Cientistas acreditam ter encontrado continente perdido

A Nova Zelândia é um país insular, oficialmente pertencente à Oceania, no sudoeste do Oceano Pacífico. No entanto, no último dia 17 de fevereiro, cientistas anunciaram uma nova descoberta – o país situa-se em um continente preexistente desconhecido, ao sul do oceano Pacífico, sendo que sua maior parte está submersa. A ideia é que ele passe a se chamar Zelândia.

Zelândia consiste em uma formação geológica diferenciada, porém, que cumpre todos os requisitos para ser considerada um continente – os cientistas explicaram que ela possui elevação ao redor de uma área circundante, área bem definida, geologia distinta e com crosta muito mais espessa que a do fundo oceânico.

O autores do artigo publicado no periódico científico Geological Society of America, o GSA Today, explicam que Zelândia possui uma extensão de cinco milhões de quilômetros quadrados – o que significa quase dois terços do tamanho da vizinha Austrália, que mede 7,6 milhões de quilômetaos quadrados – sendo que cerca de 94% desses encontram-se submersos. Da área total do território, somente poucas ilhas, a Nova Zelândia e a Nova Caledônia se mantêm na superfície.

De acordo com os investigadores responsáveis – que em sua maioria fazem parte do Centro Nacional de Investigação Científica da Nova Zelândia (GNS) – Zelândia pertence ao supercontinente denominado de Gondwana, que afundou há cerca de 100 milhões de anos. Eles acentuam que “o valor científico de classificar Zelândia como um continente ultrapassa o fato de acrescentar um nome a uma lista”. E ainda ressaltam que “um continente conseguir estar tão submerso sem se fragmentar faz disso algo útil a ser explorado, a coesão e ruptura da crosta continental”.

Nick Mortimer é o nome do principal autor da pesquisa, ele informou que há mais de 20 anos os cientistas estavam reunindo informações para que pudessem provar a existência de Zelândia. Contudo, seus esforços se frustraram, visto que, a maior parte do território encontrava-se oculto pela água do mar. “Se pudéssemos esvaziar os oceanos, veríamos claramente onde temos cadeias montanhosas e um grande continente”, contou o autor para um canal de TV neozelandês.

Mesmo que não exista, oficialmente, nenhum órgão científico que seja o responsável pelo reconhecimento de continentes, Nick Mortimer salienta que queria que Zelândia se transformasse em parte constituinte do planeta Terra. “Esperamos que Zelândia apareça nos mapas”, conclui o autor.

 

 

A ciência poderá trazer à vida espécies extintas de plantas e de animais

Diversas espécies, dentro do reino animal, quanto no reino vegetal, foram extintas com o passar dos milênios. Muitos deles, por consequências das obras dos humanos, que destruiu florestas, poluiu o ar, poluiu os rios e principalmente, caçou para comercializar a pele, óleo, minérios, entre outros. Além da degradação humana, ainda existem as espécies que foram extintas naturalmente, como a transmutação entre plantas e a adaptação de novos habitats. No entanto, a ciência continua a avançar, dia após dia, e uma das áreas da ciência, a biotecnologia, já aponta para a possibilidade de trazer à vida algumas das espécies extintas.

Os cientistas manifestaram uma dúvida em relação a trazer certas espécies de volta, então a The Long Now, uma fundação americana criada por um biólogo chamado Stewart Brand, abriu espaço para ser discutido os critérios tanto científicos quanto éticos para serem considerados no momento de decidir quais espécies trazer de volta à vida. Algumas espécies passaram dentro dos dois critérios e já se encontram em uma lista enumerada para a possível “desextinção“.

O portal da fundação The Long Now afirmou: “O objetivo de cada nível de resgate genético é restaurar a espécie até sua total saúde genética”. E ainda declarou que os métodos utilizados para salvar uma espécie em ameaça de extinção ou para ressuscitar espécies já extintas, poderá variar de acordo com cada material genético.

Outra avaliação que está sendo feita atualmente pelos cientistas é o impacto ambiental que uma espécie já extinta teria para o atual ecossistema. Está não é uma decisão muito fácil, pois uma espécie extinta, seja de planta ou de animal, teria grande impacto na vegetação e poderia causar desiquilíbrio na cadeia alimentar. O que pressupõe que, embora exista a possibilidade, ainda é preciso estudar cada uma das espécies extintas e seu impacto em sua desextinção.

Os critérios que viabilizam a possibilidade de uma espécie extinta voltar à vida, questiona: se o material genético coletado é suficiente tanto em qualidade quanto em quantidade, se a espécie esteve extinta por muito tempo, se ainda existe alguma espécie próxima da que pretende ser ressuscitada, e até mesmo se a espécie terá alguma chance de sobreviver na atual natureza. Outro critério fundamental que é avaliado, é a importância e os benefícios que a ressuscitação de cada espécie teria para o planeta.

O portal da fundação explicou sobre o procedimento para trazer espécies que desapareceram de volta à vida: “O truque seria transferir os genes que definem as espécies extintas no genoma de espécies descendentes, efetivamente convertendo-as em uma versão viva das criaturas extintas”. A técnica para ressuscitação envolveria transferir genes, clonar, cruzar e inserir embriões em diferentes espécies. Dessa forma seria possível reviver espécies que teriam grande importância para o desenvolvimento do planeta, além do desenvolvimento científico.

Conheça os sete animais extintos que estão cogitados a voltarem ao planeta.

 

Luciana Lóssio, ministra do TSE, liderou no ano de 2016 a Associação de magistradas Eleitoras Ibero-americanas

Luciana Lóssio, ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), esta a frente da luta e dos esforços feitos em prol a promoção das mulheres no Brasil. A ministra foi encarregada de assumir o cargo de presidente da Associação de Magistradas Eleitorais Ibero-Americanas, que nada mais é do que uma instituição estabelecida após da Sétima Reunião Ibero-Americana de Magistradas Eleitorais: Igualdade de Gênero e Democracia, realizada no ano passado na capital do nosso país. Esta organização é um meio para que as meritíssimas tenham onde e como defender, assegurar e resguardar os direitos femininos na política e praticar as decisões tomadas durante os encontros anuais das juízas. Quem preside as reuniões é sempre a integrante do país que esta abrigando o evento, no caso Luciana Lóssio, que presidirá o evento até a próxima reunião deste ano que será realizada no Uruguai.

O intuito da organização, no ano de 2016, era colocar em prática a igualdade e figuras femininas na política, com ações afirmativas e lutar contra quaisquer atos que não auxiliem ou violem de forma negativa a inclusão de mulheres em cargos políticos importantes. O encontro das juízas acontece há algum tempo, o ano de 2016 marcou o sétimo encontro inclusive, mas sem algo substancial que sustentasse as reuniões. Com isso, houve a criação de uma organização que tivesse base legal e jurídica para os encontros e a pratica de suas ações.

A ministra Tribunal Superior de Justiça (TSE) ainda ressaltou a importância de órgãos do gênero apoiarem e se manterem alertas sobre questões do tipo, mas principalmente de equidade de gênero. Luciana Lóssio ainda revelou que o pais que é escolhido para abrigar o encontro é detectado como necessitado, ou seja, o país escolhido tem baixa participação de mulheres nesta área, e que justamente por isso necessita de um apoio internacional, para que desenvolva mais projetos e que com o holofote focado neste país, ele consiga chamar a atenção para a importância do assunto.

Nosso país conta hoje com cinquenta e duas deputadas ativas na Câmara dos Deputados, enquanto o número de homens beira aos quatrocentos e sessenta. Já no Senado Federal, de um total de oitenta e uma vagas destinadas para advogados, treze são de mulheres. Luciana Lóssio ressaltou o quão infame é para nosso país que de todos os estados brasileiros, apenas Roraima seja comandada por uma mulher, e que segundo a PEC 98/2015, entre todos os países da América Latina, o Brasil esteja entre os últimos lugares nos números relacionados a representação das mulheres no Legislativo.

Em um cenário mundial, relata Luciana Lóssio, a posição do Brasil é tão chocante quanto, pois de acordo com uma pesquisa realizada pela UIP (União Interparlamentar) o Brasil ocupa a 115 ª posição, dentre os cento e quarenta e cinco países pesquisados em relação as mulheres nos parlamentos, fazendo com que o país ocupe uma posição atrás de países como a Arábia Saudita, Iraque e Síria, que cerceiam a mulher de inúmeras maneiras, não podendo nem mesmo sair na rua sem a companhia de um homem da família.

A próxima reunião será no Uruguai, mas sem data prevista, mas já acontecerá contando com a associação aqui relatada.

 

 

O sucesso de Kéfera Buchmann

Kéfera Buchmann de Mattos Johnson Pereira ou simplesmente Kéfera. Quase todos os adolescentes brasileiros já ao menos ouviram o nome dessa jovem de apenas 24 anos. Kéfera é youtuber, criadora do famoso canal 5inco minutos. É também atriz, vlogueira, dubladora, apresentadora e escritora. Já teve dois livros lançados intitulados: Muito mais que 5inco minutos que foi o seu primeiro livro e Tá gravando, E agora?, que foi lançado na sequência. Kéfera nasceu em Curitiba mas atualmente reside em São Paulo. Ganhou o Prêmio Geração Glamour, como youtuber do ano, ganhou também Meus Prêmios Nick como Youtuber Feminina Favorita. E atualmente foi indicada para o prêmio Kids’ Choice Awards como personalidade brasileira favorita. Kéfera gravou um vídeo para o seu canal onde falava da mais nova indicação, agradeceu aos seu fãs, que ela carinhosamente chama de minhas crias por terem ajudado a ela a chegar onde está agora. Demonstrou extrema felicidade e prometeu aos seus fãs ( Kelovers) uma festa em comemoração caso venha a ganhar o prêmio. Compete com artistas de peso como a cantora Anitta, o cantor Zé Felipe e a musa do snapchat Thaynara Og. Falou de forma divertida e descontraída sobre seus adversários, demonstrando total respeito a eles. Kéfera é proprietária de uma loja de produtos personalizados. Aos 24 anos ela possui sua própria linha de esmaltes e batons. Juntamente com quatro outras grandes youtubers Kéfera lançou uma linha de jóias para a Monte Carlo. Kéfera teve em seu canal grandes nomes como Luan Santana, com quem a jovem lançou uma paródia. Seu canal já passa dos 10 milhões de inscritos. Cada vídeo postado por ela gera milhões de visualizações e curtidas. Um currículo para poucos e que surpreende, principalmente pela pouca idade da youtuber. Kéfera é um exemplo de pessoa empreendedora e dos diversos caminhos para se alcançar o sucesso profissional. Uma pessoa empreendedora transforma possibilidades em realidade. Kéfera usou talento, dedicação e força de vontade para chegar ao nível que está hoje e ser reconhecida nacionalmente e até internacionalmente. Claramente a jovem possui visão de mercado, pois atualmente a internet domina o mercado. E essa estatística só tende a crescer. Existem formas diferentes para ser um empreendedor, Kéfera escolheu a forma que melhor se adaptou a sua vida e aos seus objetivos e sonhos. Admirada por muitos e querida por milhares Kéfera se consolidou profissionalmente. Para ser um empreendedor nem sempre se necessita um grande investimento, mas apenas boas e inovadoras ideias. Para acessar o seu canal e conhecer mais sobre o seu trabalho. Acesse aqui

Preço do diesel 0,3% cai e gasolina sobe 0,03%

combustivel

Ao fim de janeiro, a companhia brasileira Petrobras reduziu o valor de combustíveis vendidos em refinarias. Com isso, o preço do diesel nos postos do Brasil sofreu leve queda, ao mesmo tempo que a gasolina teve alta. De acordo com informações da ANP, Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, O diesel teve queda de 0,3% na semana de 29 de janeiro a 4 de fevereiro. Com isso, o valor por litro é de 3,112 reais. Em relação à semana anterior, a gasolina teve leve alta de 0,03%, somando 3,776 reais por litro cobrado nos postos.

Os dados mostram que a redução de preço realizada pela Petrobras no dia 27 de janeiro ainda não trouxe resultado ao consumidor. Vale notar que na semana anterior, o diesel teve aumento de 0,04 por cento e a gasolina queda de 0,2 por cento. Da última vez que houve alteração de preço por parte da Petrobras, o valor do diesel havia sido reduzido em 5,1 por cento nas refinarias e a gasolina 1,4%.

Segundo informações do site de notícias UOL, a Petrobras teria afirmado em janeiro que se houvesse repasse integral do reajuste para o consumidor final, haveria queda no diesel em 2,6 por cento, ou seja, menos 0,08 reais por litro. No caso da gasolina, seria redução de 0,4 por cento, ou 0,02 reais por litro. A empresa petroleira destacou ainda que o impacto de reajuste no preço cobrado dos consumidores depende das distribuidoras e postos de combustíveis.

Outro combustível muito utilizado no país, o etanol hidratado, um dos principais concorrentes da gasolina, sofreu queda de 0,3% na semana de 29 janeiro a 4 de fevereiro. O custo atual é de 2,920 reais por litro.

Em outubro, a empresa anunciou uma nova política de valores de combustíveis para avaliar os preços dos produtos vendidos no Brasil para distribuidoras. A finalidade da decisão é que os valores não estejam abaixo dos praticados na importação. Com isso, houve redução do diesel três vezes e duas elevações. A gasolina apresentou três quedas e uma alta durante o período da nova política praticada pela petroleira nacional.

 

Tendências para startups ao longo de 2017, por Flavio Maluf

A crise econômica não foi barreira para que a expansão de startups ocorresse no Brasil. De acordo com Rafael Ribeiro, responsável pela direção executiva da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), cerca de 4.200 empresas dessa natureza foram abertas no país. Ao ser entrevistado pelo UOL, Ribeiro citou algumas tendências para 2017, no que se refere a essa forma de se empreender, noticia o empresário Flavio Maluf.

A área de finanças se viu em 2016 invadida por muitas empresas conhecidas como fintechs, que eliminam alguns trâmites burocráticos dos bancos tradicionais. Sem filas, demora e ainda praticando taxas de juros inferiores as das instituições bancárias, estas organizações caíram no gosto dos clientes. Segundo Ribeiro, estima-se que neste ano o mesmo possa ocorrer. Ele acredita que elas trarão formas diferenciadas de investimento, constituindo um modo mais acessível de se realizar transações financeiras, reporta Flavio Maluf.

Soluções que transitem pela preservação do meio ambiente prometem ter destaque em 2017, sobretudo em relação a questões que interfiram diretamente na vida das pessoas. Novas formas de geração de energia, reaproveitamento de alimentos e tratamento de resíduos são apenas alguns dos exemplos do que pode virar um negócio com chances de crescimento ao longo do ano. O agronegócio, por meio das agtechs, são uma forte tendência se conseguirem atrelar o empreendedorismo a comportamentos que demonstrem cuidado com a sustentabilidade, destaca Flavio Maluf.

A crescente preocupação da população com a saúde do corpo e a alimentação abrem o leque de opções para quem aposta em startups, comenta Ribeiro. As pessoas têm se mostrado cada vez mais interessadas em cuidar do corpo, principalmente por meio de mudanças de hábitos alimentares e de uma maior interação com diversos profissionais, tais como médicos e nutricionistas. Assim sendo, aplicativos que ajudem os usuários na adoção e manutenção de um estilo de vida saudável, bem como a produção de equipamentos médicos que empreguem alta tecnologia, têm múltiplas possibilidades de lucratividade na atualidade, ressalta Flavio Maluf.

Os avanços tecnológicos carregam consigo a internet das coisas e a inteligência artificial. Mesmo que alguns utensílios possam parecer um pouco distantes da realidade da maioria das pessoas, esse segmento dá indícios de que crescerá nos próximos meses. Além de algumas inovações que poderão ser utilizadas no ambiente doméstico, as empresas passarão a contar com mecanismos diferenciados que as auxiliarão em áreas como o marketing, por exemplo. As frequentes atualizações de profissionais desse ramo demonstram que existe um universo muito amplo para os que apostarem nesse tipo de start-up, aponta Flavio Maluf.

Grandes empresas estão mais empenhadas no relacionamento com startups. Se antes o que se via era um clima de competitividade, hoje as duas modalidades de empreendimento caminham de forma paralela em uma relação de auxílio mútuo, ao passo que cada uma delas consegue conquistar clientela e lucratividade. Realizar negociações no meio virtual para serviços presenciais está cada vez presente no cotidiano dos usuários de internet. A praticidade e a rapidez na concretização das demandas, sobretudo urbanas, tornam esse modo de negócio viável, fazendo parte da vida de muitos indivíduos.

 

Síria é beneficiada pelo governo brasileiro com o envio de medicamentos

País recebe medicamentos importantíssimos, como vacinas e remédios de combate a doenças infecciosas.

O benefício abrange cerca de 44 mil unidades que irão beneficiar muitas famílias sem abrigo e vítimas de conflitos. A doação também engloba kits de tratamento contendo medicamentos e itens de saúde. A previsão é que cada item atenda 500 pessoas por um período de 3 meses.

Como será feito o transporte

O suprimento está sendo transportado pelo navio Fragata União, pertencente à Marinha do Brasil, sendo que a embarcação, que partiu do Rio de Janeiro, já está a caminho do Líbano. De lá, a OMS (Organização Mundial da Saúde) se responsabilizará por enviar os medicamentos e kits para a Síria.

Parceria

O processo é fruto da parceria entre o Ministério da Saúde, Ministério das Relações Exteriores, Marinha do Brasil e Ministério da Defesa. A ideia é que os medicamentos e os kits possam auxiliar no tratamento de doenças infecciosas como tuberculose e outras que vitimam a população infantil, como rotavirose, pneumonia e meningite. O comboio transporta também kits de primeiros socorros, além de itens médicos.

O Ministério da Saúde, através de seu assessor internacional, Fábio Frederico, enfatiza que a ação do governo visa sedimentar o apoio a países vítimas de conflitos. Informa também que o envio deste material em nada compromete o abastecimento interno de medicamentos e insumos médicos.

Entenda o conflito na Síria

Em 2011 a região passou por revoltas que, com o passar dos meses, se intensificaram. O governo do presidente Bashar al-Assad é criticado por sua posição de enfrentamento de algumas nações que pretendem o controle da área do Mediterrâneo. O governo americano, bastante interessado no isolamento do Irã, trava uma batalha de bastidores com a Rússia, aliada do governo sírio, no controle da região. Essa tentativa de derrubar o governo de al-Assad por parte, principalmente, dos Estados Unidos, França e Inglaterra, reverte em um conflito interno que pune a população, que não tem outra solução senão tentar resistir aos conflitos ou, em último caso, se aventurar a caminho de outros países que possam eventualmente acolhê-la. O fato é que, enquanto o impasse não é minimizado, milhares de pessoas sofrem com doenças, falta de abrigo e fome.

 

 

50% dos professores não possuem formação específica

Em nosso país atualmente quase metade da docência do ensino médio em atividade não possui formação acadêmica específica, ou seja, da disciplina para qual dão aulas. Estudo confirma que realidade atinge instituições públicas e privadas, e é mais grave em algumas matérias, como física.

228 mil docentes, cerca de 46,3% da classe estão enquadrados nesta situação, sendo que a grande maioria dá aulas em mais de uma matéria e não possui formação em uma delas. Um terço deles não tem formação em nenhuma matéria. Os dados pertencem ao Censo 2015 e foram tabulados pelo Movimento Todos pela Educação.

Somente 27% dos docentes que dão aulas de física possuem formação. Mas os piores resultados correspondem aos estudos de sociologia e artes.

Os professores que aparecem no estudo com maior índice de adequação, estão presentes no ensino da matemática, 67,5%. E os estados que apresentam melhores índices são o Paraná e o Distrito Federal. Já os com menores índices, Bahia e Mato Grosso.

Em resposta ao estudo a PNE (Plano Nacional de Educação), disse que até 2024 o número total de docentes da educação básica terá formação de nível superior específica. Isso porque o cenário atual representa uma dificuldade na diversificação prevista na reforma do ensino médio, em tramite no Congresso Nacional por medida provisória. A PNE afirma que no novo ensino médio o aluno terá que se aprofundar nas matérias de seu interesse, e os professores precisam estar preparados.

Já existem campanhas publicitárias a favor da nova reforma circulando pela televisão, rádio, e até nas escolas públicas de alguns estados do país, para ganhar maior aceitação entre os estudantes e os pais.

A reforma define que os alunos deverão escolher áreas de interesse entre Ciências naturais, ciências humanas, linguagens, matemática e ensino técnico. “Essas linhas de aprofundamento exigem um conhecimento além do trivial, o que vai demandar um professor que entenda das disciplinas e seja bem formado”, afirmou a presidente do Todos Pela Educação, Priscila Cruz.

De acordo com o MEC (Ministério da Educação), ainda não existe um plano certo para lidar com o problema e preparar os professores para o novo sistema de educação. Mas que acredita que com a ajuda dos estados e dos municípios, com o apoio da União, e com cursos de complementação pedagógicas, a situação pode sim ser revertida.

A necessidade de se adequar a um sistema educacional futuro pode acarretar em melhoria nos salários dos professores, e na carreira docente como um todo.

O MEC afirma que as classes iniciadas em 2018 já vão se beneficiar das mudanças, e até lá as redes públicas deverão fazer adaptações preliminares.

Copa Star – uma história de sucesso que reúne visão, boas estratégias e ousadia

Para o sucesso não existe fórmula mágica, mas uma combinatória de fatores regida por um empreendedor com múltiplas habilidades profissionais, boas leituras de conjunturas para aproveitar oportunidades, coragem para assumir riscos e discernimento para aprender com os erros e corrigir-se imediatamente.

E há que se considerar: por trás de um negócio exitoso há sempre um sonho de criar um modelo de empreendimento inovador e revolucionário, muitas vezes pela identificação de um nicho de mercado que sinaliza necessidade de opções de atendimento diferenciadas.

Dentre os empreendimentos brasileiros em foco, um que ocupa um lugar de destaque é o já conhecido Copa Star, um conceito de hospital que reúne atendimento diferenciado, sofisticação e alta tecnologia, pertencente à Rede D’Or São Luiz, do médico cardiologista e empresário Jorge Moll Filho.

A história de crescimento e sucesso desta rede de hospitais, que resulta no exitoso negócio que é o Copa Star, é fruto de um conjunto de estratégias, que vão desde uma perspectiva visionária de criar um diferencial, aliando conceitos de hotel 5 estrelas a atendimento médico-hospitalar com ótimos profissionais, sofisticação e alta tecnologia, passando pelo aproveitamento das diversas oportunidades abertas no âmbito das políticas de investimento estrangeiro no pais, e a determinação por responder a uma demanda reprimida de consumidores de alta renda no quesito saúde.

Para o crescimento da empresa, o empreendedor Dr. Jorge Moll Filho se valeu dos mais variados mecanismos que orientam as regras de mercado, não poupando ousadia e criatividade, e hoje detendo mais de 70% da empresa, representando algo em torno de 13 milhões de reais.

Aqui não se apresenta com detalhes os números, mas a capacidade de orquestrar contextos e conjunturas econômicas, ora favoráveis, ora adversas. Mas forjar um empreendimento cuja obra representou um investimento de 400 milhões de reais, como o Copa Star, não é um dado que se despreze.

O atendimento cirúrgico de alta complexidade, que é a modalidade de atendimento à saúde que o Copa Star oferece nas especialidades da cardiologia e da neurologia, guarda um detalhe importante na análise do caminho para o sucesso: a especialidade e a qualidade.

Os investimentos do grupo vão desde o item recursos humanos, reunindo profissionais de alta competência na especialização, aparato tecnológico de ponta, dos procedimentos cirúrgicos ao sistema de gestão, até o requinte encontrado nos ambientes. Em 2010 o grupo já era classificado como o maior do setor de hospitais independentes do país.

O crescimento dos negócios do grupo se expressa também num dado relevante, que é sua expansão territorial, hoje compondo um mapa que abrange cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Pernambuco, sinalizando sem dúvida a ampliação de seu faturamento.

Se houvesse uma receita para o crescimento de um negócio, como o exitoso investimento que é o Copa Star, não resta dúvida de que as leituras e o aproveitamento de oportunidades no vaivém da economia, os acertos nos investimentos e a capacidade de compor com sócios estratégicos, talvez sejam uma boa dica de como prosperar em tempos incertos, transformando riscos em sucesso.

Cientista britânico descobre álcool que não faz mal à saúde

O fim da ressaca pode estar perto, segundo uma nova descoberta realizada por um cientista britânico, a ressaca poderá não ser mais um efeito da bebedeira, como também muitos outros sintomas e efeitos negativos causados pelo álcool convencional.

A substância descoberta pelo químico David Nutt, foi batizada de alcosynth, que tem como objetivo substituir o álcool convencional. Segundo ele, o novo álcool apresenta apenas os efeitos positivos do álcool, descartando seus efeitos de náusea e dor de cabeça. Além disso, o álcool sintético é inofensivo ao fígado.

O químico que trabalha atualmente no Imperial College de Londres, já foi consultor do governo britânico, onde atuou em assuntos relacionados a drogas. Nutt patenteou usando a substância, 90 diferentes tipos de compostos derivados do alcosynth. Dentre eles, dois estão em fase de testes para serem implantados de forma disseminada. A afirmação do acadêmico, é que possivelmente até o ano de 2050 o álcool convencional será substituído pelo alcosynth.

“Você poderá ter o prazer de tomar um coquetel sem danificar seu fígado e coração. Eles (os compostos) combinam muito bem com mojitos ou com um Tom Collins”, disse Nutt referente a drinques feitos tradicionalmente com rum e gim à uma entrevista realizada pela BBC.

“A relação entre o álcool e o cérebro já é bem compreendida há 30 anos. Sabemos onde os efeitos positivos do álcool são mediados no cérebro, e podemos imitá-los. Sem tocar as áreas ruins, também não temos os efeitos ruins.” Segundo David Nutt e sua equipe, o estudo foi feito através de substâncias que se assemelham aos efeitos positivos que o álcool produz no cérebro, criando assim uma nova droga que não causa nenhum prejuízo à saúde.

A descoberta do álcool sintético representa uma revolução significativa para a saúde pública, especificamente com a diminuição dos gastos implantados para o tratamento de diversas doenças ocasionadas pelo consumo do álcool convencional. O alcoolismo é outro fator importante, sendo o terceiro maior índice de doenças no Reino Unido, logo depois do tabagismo e da obesidade. Um álcool que não causa dependência química, não afeta o fígado e nem causa efeitos colaterais é uma grande evolução para a venda e consumo de bebidas alcoólicas.

Nutt ainda afirma que o novo álcool tem um sistema de “limite de segurança” para impedir o usuário de ficar muito bêbado. “Acreditamos que, depois de quatro ou cinco drinques, o efeito se estabilizará e evitará que alguém se mate ou fique muito enjoado”, disse Nutt.

O alcosynth foi desenvolvido em experimentos anteriores com o uso de um derivado do tranquilizante benzodiazepan, porém, Nutt afirma que os posteriores experimentos do álcool sintético, não contém mais a substância.

Em contrapartida, o álcool que não causa ressaca nem agride o fígado, ainda irá demorar um bom tempo para poder ser comercializado. Os custos para o desenvolvimento da substância são altos e existem muitas regulamentações a serem feitas. Outro fator que interfere na vinculação do alcosynth é o ceticismo gerado pelas grandes indústrias produtoras de álcool. Segundo algumas pessoas que contrariam a descoberta de Nutt, existem diversas maneiras de se evitar a ressaca, como a ingestão de drinques com baixo teor alcóolico e até mesmo beber com moderação, tornando o alcosynth desnecessário para evitar a ressaca.