Especialistas discutem sobre a implantação de uma área própria para o consumo controlado de drogas aqui no Brasil

Image result for drogasA luta da prefeitura e da polícia do Estado de São Paulo contra os usuários de crack que continuam na região central da cidade, conta com a ideia de manter áreas controladas para o consumo da droga.

No domingo dia 11 de junho pela manhã, uma nova ação da prefeitura junto a polícia militar, retirou os ocupantes da praça Princesa Isabel que algumas horas depois voltaram ao local, mas dessa vez impedidos de montar tendas ou barracas. A prefeitura criou um espaço com contêineres para os usuários que desejam comer ou dormir. Mas a procura por esses locais foram muito baixas.

Em busca de novas soluções sobre o problema da cracolândia, o psiquiatra Artur Guerra, que comando o programa municipal “Redenção”, falou a imprensa sobre a possibilidade de criar áreas controladas para o consumo de drogas.

Medidas semelhantes com a criação de áreas de consumo de drogas já foram aplicadas em cidades como Nova York – Estados Unidos, em Frankfurt – Alemanha e em Amisterdã – Holanda. A ideia é manter os usuários sobre acompanhamento médico e manter o consumo dos usuários controlado.

O psiquiatra e professor da Unisa, Sérgio Hototian, diz que a iniciativa poderá se transformar em um estímulo para o consumo de drogas. “Eu não concordo com a criação de espaços para usuários de drogas, porque a própria cracolândia tornou-se um espaço assim e não deu certo.”

 

Para o coordenador do programa de álcool e drogas da Unifesp, Dartiu Xavier, a ideia de oferecer locais para o consumo segue a tendência de redução de danos. “Isso irá diminuir o risco de infecção, diminuir contaminação por HIV, irá diminuir a violência, diminuir o risco de overdose. Então, na verdade é uma possibilidade desses usuários conversarem sobre o seu consumo de drogas. O que se descobriu é que a médio prazo grande parte deles até abandonam o uso de drogas.”

No Brasil existe uma estimativa em cerca de 2 milhões de usuários de crack. A grande questão em relação a cidade de São Paulo é que para muitos, a cracolândia deveria ficar em outro local mais isolado e esquecer o assunto, deixar isso pra lá. A antiga gestão municipal criou a bolça crack, uma espécie de auxílio financeiro para as famílias dos usuários.

 

“O que precisa realmente ser feito pela gestão atual é garantir a segurança dos cidadãos, comerciantes e inibir o comércio de drogas em geral. Descobrir maneiras de tratar os usuários é uma questão que tem que ser abordada com embasamento. Se deu certo em outros países isso é um ponto positivo para nós tentarmos, mas que fique claro as condições em que cada país as aplicaram e as condições que o Brasil tem de fazer isso”, diz o historiador, Marco Antonio Villa.

 

Elefantes estão ameaçados pela caça clandestina em Mianmar

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A ONG Fundo Mundial para Natureza que tem como objetivo conter a degradação do meio ambiente e construir um futuro em que o homem viva em harmonia com a natureza informou que em Mianmar, antiga Birmânia que fica no Sul da Ásia continental, que mais de 20 elefantes foram caçados e mortos só em 2017, para que seus órgãos fossem vendidos por traficantes e suas presas vendidas para a China.

” Se essa tendência continuar, a população de elefantes terá desaparecido em um ou dois anos nesta área”, avisou Rohit Singh, do WWF. Os machos são os mais caçados devido as presas. “Toda a pressão adicional sobre os filhotes e as fêmeas no período de lactação terá um impacto importante”, ressaltou.

A população atual está entre 1,4 mil e 2 mil de elefantes selvagens em Mianmar é a segunda maior reserva do sudeste asiático, ficando a sua frente apenas a Tailândia. Estima-se que o tráfico de animais tenha arrecado por volta de 20 bilhões de euros todos os anos no mundo inteiro e em Mianmar a caça das suas presas são mandadas para a China e também para o mercado local.

Em menos de dez anos a população de elefantes em Mianmar caiu pela metade e segundo dados do governo local restam entre 2 e 3 mil animais. A destruição do habitat também é uma grande causa da diminuição dos elefantes e a utilização do marfim que é um tecido calcificado branco formado, principalmente, por dentina, que é uma substância composta por 45% de material inorgânico (hidroxiapatita, com o cálcio sendo parte da sua estrutura), 33% de material orgânico (colágeno, por exemplo) e 22% de água.

No entanto, essa composição pode variar na natureza. O marfim é usado para esculpir joias, teclas de piano e bolas de bilhar. Além disso, a pele que chega a ter 2,5 cm de espessura também é utilizada, assim como partes do corpo do animal para preparação de medicamentos da medicina tradicional.

Os chineses são os principais traficantes e responsáveis por comandar o comércio ilegal do marfim retirado dos elefantes. Na China, o marfim é considerado como “ouro branco” ou “pedra preciosa orgânica”. As autoridades local de Mianmar descuidam lamentavelmente da fiscalização, fazendo com que o comércio local fique impune.

Mianmar assinou a Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas da Fauna e Flora Silvestres que diz que caçar um animal em risco de extinção é ilegal, mas a punição é tão insignificante que a multa chega a um valor inferior a 60 dólares e raramente ocorre. Enquanto isso diversos elefantes entre as 10 espécies em risco de extinção em Mianmar, são mortos e contrabandeados para a Tailândia, onde esses animais são explorados para o turismo, sofrendo tortura e separados de suas famílias muito cedo.

Veja também: Elefantes Brancos são fotografados em Mianmar

 

Conheça um pouco do e-governe e e-governe ISS, adotado pelo governo de Osasco

Mais do que uma ferramenta de gestão o e-governe é um sistema que que traz benefícios a todos. A administração pública tem em suas mãos um aliado eficiente, capaz de melhora do atendimento das reivindicações e serviços prestados à população, além do levantamento de dados fiscais e demais áreas que auxiliam na identificação de problemas.

O e-governe ISS, por exemplo, é um sistema que integra gerenciamento ISS e de emissão de notas fiscais eletrônicas. Adotada pela cidade de Osasco, o programa viabiliza aos prestadores de serviço a escrituração de seus documentos fiscais, conforme a legislação do município. Entre as funções estão a emissão de notas fiscais eletrônicas, livros fiscais e guias de pagamentos.

Em funcionamento desde 2009, o sistema é parte da iniciativa do poder público para informatizar o processo de emissão de notas fiscais das empresas contribuintes. Uma de suas facilidades é a emissão de notas fiscais por meio da internet, sendo possível recuperar e emitir segundas vias das notas fiscais sempre que necessário.

O sistema trouxe apenas benefícios para o município. As notas fiscais podem ser emitidas de qualquer lugar, sem a necessidade de armazenamento de cópias físicas;

Evita o extravio e falsificações de notas fiscais, uma vez que o sistema desprende maior confidencialidade e veracidade dos dados;

No site da prefeitura o contribuinte pode solicitar o envio da nota fiscal por e-mail, não sendo necessária a impressão imediata do documento;

Há métodos mais ágeis para empresas que geram muitas notas fiscais. Dessa forma, o envio de dados pode ser feita rapidamente.

A trajetória do grupo e-governe

Com pouco mais de 27 anos de história, o grupo e-governe foca seus esforços em oferecer soluções tecnológicas para a gestão pública. Tudo começou com a fundação da empresa Minauro em 1990. O foco era desenvolver sistemas para integrar e facilitar a gestão de instituições governamentais.

Os sistemas para gestão contemplam diferentes áreas como saúde, tributação, fiscal, segurança, recursos humanos, entre outras. São mais de 15 soluções e capazes de atender todas as áreas da gestão pública. Durante esses quase 30 anos, o grupo tem se prontificado a oferecer ferramentas bem estruturadas, intuitivas, com design responsivo, que permitem a navegação ágil e sem dificuldades.

Cada sistema pode ser contratado em módulos, o que facilita sua implementação e aprendizado. Para dar suporte, o grupo conta com mais de 250 colaboradores preparados para que os gestores possam obter o máximo rendimento e aprendizado das soluções desenvolvidas.

Sobre a Sisteplan

Uma das empresas que fazem parte do grupo e-governe, a sisteplan mostrou-se sinônimo de tecnologia e inovação. Trata-se de um dos pilares do grupo, responsável por fortalecer as operações e bancos de dados do grupo.

A companhia tem uma sólida experiência em gestão pública, dispondo de profissionais qualificados, um portfólio de soluções eficiente e que se enquadra a necessidade de cada cliente. Agir no presente pensando no futuro é uma das premissas da Sisteplan. Dessa forma, consegue entregar sistemas atuais, modernos e inovadores, capazes de facilitar não somente a gestão, como também a melhoria da prestação de serviços à população.

 

Descoberto planeta mais quente que as estrelas

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Cientistas descobriram um planeta que ganhou o nome de KELT-9b, localizado a 650 anos-luz da Terra na constelação de Cisne, com uma temperatura de 4,3 mil graus Celsius fazendo com que ele seja mais quente que a temperatura das estrelas.

A temperatura de uma estrela tem uma variação de 2,1 mil graus a 100 mil graus Celsius sendo a sua maioria em uma temperatura de 2,1 mil graus e 3,4 mil graus Celsius. O Sol tem a temperatura de 5,5 mil graus Celsius em sua superfície, sendo um pouco mais quente que o KELT-9b.

Outra característica desse planeta é a sua massa que é 2,8 vezes maior que a de Júpiter, com a metade da sua densidade, pois a radiação é extrema o que fez com a sua atmosfera expandisse como uma bexiga de ar. Sua rotação é sincronizada como acontece com Terra e a Lua devido à gravidade de sua estrela que é continuamente bombardeada pela radiação resultando em um calor intenso que faz com que as moléculas de água, metano e de dióxido de carbono não sejam formadas.

“É um planeta como qualquer outro pelas definições típicas baseadas na massa, mas sua atmosfera é diferente da de qualquer outro planeta que já vimos por causa da temperatura no seu lado iluminado” disse Scottt Gaudi, professor de Astronomia na Universidade Estadual de Ohio e líder do estudo publicado pela revista “Nature”.

Além da proximidade a estrela que orbita o KELT-9b também possui temperaturas elevadas, chegando a ser duas vezes mais quente que o Sol e a sua radiação extrema faz com que o planeta literalmente evapore formando uma cauda parecida com a dos cometas. “A KELT-9 erradia tanta radiação ultravioleta que ela deve evaporar completamente o planeta”, disse KeivanStassun, professor de Astronomia na Universidade Vanderbilt e coautor do estudo.

Além disso, algumas teorias apontam que o planeta será conduzido a uma rocha árida como Mercúrio. O KELT-9b pode ser engolido pela estrela, no caso dela expandir “A KELT-9 inchará para se tornar uma estrela gigante vermelha em cerca de um bilhão de anos”, disse Stassun. “As perspectivas de longo prazo para KELT-9b não são boas”.

A busca por planetas habitáveis como a Terra tem sido de grande esforço dos astrônomos, mas Stassum e Gaudi ressaltam a importância de estudar os outros planetas que fazem parte da órbita do Sol. “Enquanto buscamos o desenvolvimento de uma figura completa sobre a variedade de outros mundos, é importante saber não apenas como os planetas se formam e evoluem, mas também quando e sob quais condições eles podem ser destruídos”, completou Stassun.

Veja como são escolhidos os nomes de planetas e estrelas

 

A verdadeira razão pela qual as mulheres chinesas ataram seus pés

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Foi uma prática terrivelmente dolorosa que mutilou os pés de milhões de meninas e mulheres chinesas durante séculos. Os minúsculos pés de pés de lótus – conseguidos através da quebra dos dedos e arcos das meninas e que os ligavam à sola do pé com um pano – eram pensados para ser um passaporte para um casamento melhor e um modo de vida melhor.

“Na visão convencional, essa prática existe para agradar os homens, eles eram atraídos por pés pequenos”, disse Laurel Bossen, co-autor do novo livro “Bound feet, Young hands”. Mas a pesquisa de Bossen sugere que o costume foi mal interpretado maciçamente.

Meninas que tinham os pés ligados não levam uma vida de beleza ociosa, mas sim serviram um propósito econômico crucial, especialmente no campo, onde meninas tão jovens realizavam o trabalho à mão, disse Bossen.

A ligação do pé persistiu por tanto tempo porque tinha um raciocínio econômico claro: era uma maneira de certificar-se de que as meninas continuassem sentadas e ajudassem a fabricar produtos como fios, tecidos, tapetes, sapatos e redes de pesca de que as famílias dependiam para obter renda. Bossen diz que as mulheres não eram tímidas sobre falar ou mostrar seus pés atados.

Distorção da história

“Você tem que unir as mãos e os pés, as mulheres de Footbound fizeram um trabalho manual valioso em casa e em indústrias caseiras. A imagem delas como troféus sexuais ociosos é uma distorção grave da história”, disse Bossen.

A ligação do pé persistiu porque assegurou que as meninas se sentassem ainda e trabalhasse em uma tarefa aborrecida, sedentária por muitas horas a cada dia, e morreu somente quando o pano manufaturado e as importações estrangeiras perderam o valor econômico do trabalho manual.

Bossen, professora emérita de antropologia na Universidade McGill, em Montreal, e Hill Gates, que detém o mesmo cargo na Universidade Central de Michigan, entrevistou pouco mais de 1.800 mulheres idosas em vários locais da China rural – a última geração a ter pés atados – para identificar quando e por que a prática começou a declinar.

Eles descobriram que a ligação durou mais tempo em áreas onde ainda fazia sentido econômico está prática para auxiliar na produção do pano e começou a declinar apenas quando tornou-se mais barato a fabricação industrial.

As meninas começaram a fabricação manual tão jovens, com 6 ou 7 anos – aproximadamente as mesmas idades como quando seus pés foram quebrados. As mulheres entrevistadas fizeram a ligação entre os dois fatos:

“Minha mãe atou os meus pés quando eu tinha uns 10 anos e, aos 10 anos, comecei a girar algodão, e cada vez que me amarrava, doía até chorar”, disse uma mulher que nasceu em 1933 aos pesquisadores.

Essa ligação de pé entre a produção manual data para a dinastia Song (960-1279), se espalharam em círculos pela corte chegando a fazer parte das elites ricas e, eventualmente, da cidade para o campo. No século XIX, era comum em toda a China.

 

Mullen Lowe Brasil, de José Henrique Borghi, é a responsável pelas ações de campanha off-line da marca Fine

Lançado em abril de 2017, o posicionamento de marca “Abriu, Sorriu” da Fini – produtora de balas de gelatina, chicles, regaliz, marshmallows e diversos outros doces, e pertencente ao grupo espanhol Sánchez Cano – está sendo feito com campanha de comunicação que envolve ações online e off-line. Neste último caso, a responsável pelo projeto foi a agência Mullen Lowe Brasil, antiga Borghi Lowe do publicitário brasileiro José Henrique Borghi, que, atualmente, é co-CEO e CCO da empresa.

A ideia da peça publicitária é espalhar sensações divertidas entre os consumidores dos produtos da marca por meio da disseminação das surpresas boas do dia cada vez que alguém abre um pacote de balas. O coordenador de Marketing Digital da Fine, Luiz Henrique Ferreira, explica que a intenção da nova assinatura da empresa – “Abriu, Sorriu” – é fazer com que as pessoas tenham momentos surpreendentes e alegres ao consumirem um produto da marca.

“O que a Fini deseja é poder transformar qualquer momento ruim em bom, ou bom em ainda melhor. Quando você abre um pacote de Fini, um baleiro em uma de nossas franquias, ou uma caixa da Fini Store, instantaneamente você sorri. Não existe nada mais verdadeiro do que isso”, ponderou Ferreira.

Para isso, a Mullen Lowe Brasil desenvolveu a campanha “Transformações”, que será vinculada na TV paga, nos cinemas e também Out Of Home (OOH). São sete comunicações distintas, inclusive, desdobrando-se também em sete filmes – a agência da qual José Henrique Borghi é co-CEO e CCO criou todos eles em cima de situações comuns do dia a dia, convidando as pessoas para sorrirem com a Fini e mostrando como os produtos da marca têm o poder de transformar positivamente o dia dos consumidores.

“Criar para a Fini é uma diversão diária. Por aqui [na Mullen Lowe Brasil], fazer a comunicação para o cliente é também um grande prazer. Igualzinho aos produtos da marca”, ressaltou José Henrique Borghi a respeito da campanha off-line.

A Fine

Presente em mais de 80 países, a Fine é uma das maiores empresas de guloseimas do planeta e é líder do seu segmento no Brasil. Com origem artesanal, expansão da marca pelo varejo nacional, atualmente, é constante – ela costuma apostar em estratégias para surpreender seus consumidores.

Um bom exemplo da filosofia da Fine é uma ação realizada em parceria com o Jornal Metro. A Fini distribuiu 60 mil exemplares de uma edição especial do jornal – que continha apenas notícias boas – pelas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro. A distribuição foi feita estrategicamente no horário de pico – quando as pessoas estão mais cansadas e, em alguns casos, bastante estressadas.

O objetivo da iniciativa era fazer com que a Fini representasse uma boa surpresa no dia das pessoas que recebiam o jornal. Junto com a publicação também eram distribuídos pacotinhos de Dentaduras Fini (balas de gelatina). As reações das pessoas, que, em geral, eram de muitos sorrisos, foram filmadas pela agência Fri.to, que produziu um vídeo para ser divulgado no meio online.

José Henrique Borghi entre os melhores do Brasil

José Henrique Borghi já esteve entre os publicitários mais criativos do Brasil, quando ocupou a 9ª posição da lista dos 20 publicitários mais influentes do país – publicada em abril de 2015, pela revista GQ Brasil.

 

Relação entre cães e seus donos

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Não é nenhuma novidade sobre a fidelidade e amor dos cães pelos seus donos e especialistas explicam sobre essa fidelidade e afeto. Já vimos histórias de cães que vão a enterros e ficam do lado dos donos nesse momento tão triste. Uma delas foi do cão Kosmos, da raça Golden Retrievers do cantor e compositor Kid Vinil falecido no ultimo dia 19 de maio.

Como explicar essa relação do homem e do cachorro. Essa relação é boa para as duas partes, dizem os veterinários.”Fica uma relação social e de dependência também, porque o ser humano está alimentando, dando a casa e também tem o lado do afeto”, diz a veterinária Cristina Fontin. Mas não é esse o único motivo para eles amarem os seus donos, quando eles abanam a calda, lambem ou brincam, eles estão oferecendo um amor muito especial ao seu dono. Isso começa na troca de olhares que faz com que o corpo libere oxitocina no sangue junto à hormona que é responsável pela criação de laços emocionais segundo um estudo realizado por investigadores japoneses e liderado pelo veterinário Takefumi Kikusui. Essa relação é comparada a de pai e filho.

Essa investigação ocorreu em três fases segundo a Fox News.

Na primeira fase foram colocados trinta cães com seus donos em uma sala fechada por trinta minutos e os donos deveriam conversar com seus cães, logo após foram medidos os níveis de oxitocina na urina de ambos e ela tinha aumentando significativamente. Essa experiência foi repetida com lobos domesticados e foi verificado que o aumento da oxitocina não ocorreu, pois os lobos evitam a troca de olhares com humanos e de acordo com o El País isso acontece porque os lobos consideram a raça humana uma ameaça mesmo sendo domesticados. Na última fase, os cientistas japoneses borrifaram oxitocina no focinho dos cães e os colocaram em uma sala com seus donos e o resultado foi incrível. As fêmeas ficaram admiradas com seus donos olhando-os fixamente, já os machos apresentaram comportamento agressivo com qualquer pessoa que tentasse se aproximar deles. Essa experiência revelou também que as fêmeas são mais sensíveis a presença de oxitocina na corrente sanguínea do que os machos.

O cachorro é um ser sem preconceitos, ele não se importa com sua classe social, com sua cor ou raça, ele simplesmente te ama do jeito que você é. Os cães ajudam até em alguns tratamentos que tem até nome “cãoterapia”. Esse tratamento com cães ajuda significativamente os pacientes com depressão, ansiedade, estresse e até com câncer como acontece no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo onde a entrada dos animais é permitida desde 2009 devido à comprovação de que eles fazem bem aos donos e quem quer que eles fossem visitar. Os cães não curam doenças, porém ajudam trazendo alegrias a essa pessoas em tratamento. Veja também sobre a Zooterapia: contato com animais para curar doenças

 

O incentivo a leitura deve começar desde cedo

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Uma pesquisa realizada pelo IBOPE o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística mostra que 40% da população não têm hábito de leitura e 30% nunca comprou um livro. O índice de leitura mostra que os brasileiros leem 4,96 livros por ano e dentro desse número 0,94 são indicados pela escola e 2,88 lidos por vontade própria.

É nos primeiros anos de vida que devemos incentivar a leitura das crianças, pois estimula a mente e a imaginação deles. Quando eles ainda são bebê, os pais devem ler para eles, seja na hora de dormir ou em um cantinho montado exclusivamente para a leitura. A leitura faz com que as crianças associem a figura que estão vendo as palavras. Os livros devem ser bem coloridos e ilustrados, para chamar a atenção dos pequenos.

Nessa fase da vida são os pais os encarregados de contar as histórias e ajudá-los a manusear a abrir, folhear e fechar os livros. Isso também ajuda na coordenação motora e no desenvolvimento deles. Hoje em dia a tecnologia como televisão, computadores e jogos eletrônicos e a falta do hábito da leitura têm atrapalhado as crianças e com isso criando adolescentes que não sabem se quer ler e escrever corretamente.

A partir dos 2 anos de idade até a alfabetização as crianças ainda não tem concentração o bastante para ficar vendo um livro ou ouvindo histórias contadas pelos pais e é ai que entra os contos de fadas. As histórias repletas de personagens e fantasia fazem com que as crianças desenvolvam seus primeiros conceitos sobre o mundo e quanto mais isso for alimentada mais imaginação as crianças terão.

Os livros devem ser sempre voltados à idade sugerida para ele, a fim de não atrapalhar o processo do desenvolvimento devido aos fonemas fáceis para o entendimento deles. Então entram os gostos literários, romances e historias de acordo com o sentimento desenvolvendo seus primeiros conceitos sobre o mundo. O que é feio, bonito, mau e bom. Aprendem a demonstrar seus sentimentos devido às situações como medo, raiva e frustração e aprendem a relacionar com as historias lidas ao longo de suas vidas e relacionar aos personagens.

A escola tem um papel muito importante nessa caminhada de incentivo à leitura, a realidade brasileira mostra que muitos não têm acesso aos livros. Então incentivar pequenos leitores resulta em adultos leitores, que vão incentivar seus filhos criando assim uma sequência de pessoas que leem livros regularmente.

A pesquisa foi encomendada pelo Instituto Pró-Livro e entrevistou 5.012 pessoas alfabetizadas ou não que

levou em consideração como leitor quem leu inteiro, metade ou partes de um livro nos últimos 3 meses. Não leitor é aquele que não leu nenhum livro neste mesmo período.

Veja também: Crianças não trocam livros impressos pelos digitais.

Burocracia deixa várias ambulâncias paradas em cidades mineiras

Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em São José da Lapa, dezoito ambulâncias que deveriam estar sendo utilizadas em benefício da população mineira, estão paradas, deixando de atender cerca de um milhão de pessoas , de treze cidades da Região Central do estado de Minas Gerais. Elas foram doadas para um projeto do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), pelo Ministério da Saúde. O custo mensal dessas ambulâncias, é dividido entre o governo federal pagando a metade, o estado e os municípios ficando com a outra metade do pagamento. Mas com a crise financeira, o governo mineiro está atrasando o repasse do dinheiro.

O gasto para manter as dezoito ambulâncias funcionando é de R$ 900 mil por mês. É necessário contratar equipes especializadas, o que exige um investimento alto. Não tem como enviar uma ambulância para uma cidade, sem pessoal qualificado para o trabalho. Mesmo estando paradas, elas têm um custo mensal de R$ 50 mil reais, de despesas com o aluguel do pátio e segurança.

Em Divinópolis, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais, a situação é bem crítica. Ambulâncias com maca, oxigênio e prancha de resgate, jamais atenderam qualquer pessoa que precisasse ser socorrida. Um total de trinta e uma ambulâncias, estão paradas no local onde deveria já estar funcionando, a sede do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Pronto há um ano, teve adiada por quatro vezes a sua inauguração, por falta de dinheiro.

Outra cidade na Região Metropolitana sem atendimento feito pelo Samu, é Lagoa Santa, apesar de ter uma unidade pronta, com uma ambulância parada, sem ser usada no seu pátio. Com essa unidade fechada, as vítimas de acidentes de trânsito e outras emergências, são resgatadas por bombeiros e levadas para a cidade vizinha de Vespasiano, que fica à 11 quilômetros.

Um concurso público chegou a ser realizado na cidade, visando a contratação de funcionários, para trabalharem na unidade do Samu, mas os aprovados foram dispensados, causando frustração e decepção entre os que passaram. Suas nomeações já haviam saído inclusive, no diário oficial, mas foram dispensados mesmo assim, sem grandes explicações.

Na cidade de Lagoa Santa, não existe nenhum convênio da prefeitura, com outras cidades maiores, para que as emergências possam ser encaminhadas para atendimento.

O governo de Minas Gerais negou sobre os atrasos no repasse das verbas, e afirmou que está em negociação com as cidades da Região Central do estado, para que essa questão das ambulâncias, sejam resolvidas, sem citar prazo para que o Samu seja inaugurado.

A assessoria de Minas Gerais informou, que as ambulâncias sem uso, da região Centro-Oeste, estão prontas para funcionar, mas que ainda não tem as datas definidas, para o começo do atendimento à população.

O Ministério da Saúde declarou, que cabe ao estado e a prefeitura a implantação das ambulâncias. A fiscalização fica por conta do Ministério Público. Nenhuma investigação está sendo realizada nesse caso das ambulâncias, informou também o ministério.

FMI divulga perspectiva de crescimento para o Brasil e América Latina

 

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O PIB – Produto Interno Bruto brasileiro deve crescer 0,2% em 2017. Essa é a projeção do Fundo Monetário Internacional – FMI que também prevê um crescimento de 1,7% para 2018.

Segundo o relatório divulgado na sexta feira dia 19 de maio pela entidade, o crescimento deste ano será sustentado pela safra de grãos, em especial pela soja, além do aumento do consumo impulsionado pela liberação dos valores das contas inativas do Fundo de Garantia, a retomada dos investimentos estrangeiros no país e o aumento dos preços de oferta do minério de ferro.

Apesar da retomada do crescimento, as projeções para o país estão abaixo das projeções na América Latina e Caribe, cuja expansão será de 1,1% em 2017 e 2% para 2018. O FMI levou em consideração a pequena queda dos preços das commodities e as incertezas globais. Para os economistas do Fundo Monetário Internacional, a América Latina passa por uma lenta retomada econômica vinda depois de um período de recessão.

O documento destaca a queda da inflação brasileira, que está dentro da meta de fechamento em 6,3% em 2016. Além dele, o Fundo destacou a emenda constitucional que limita os gastos públicos que foi aprovada no fim de 2016. A análise do FMI mostrou que a emenda é fundamental, pois tem o intuito de assegurar o retorno do superávit primário, relacionada a capacidade do país de quitar a dívida pública.

Segundo a instituição, as reformas propostas pelo governo e a incerteza política são alguns pontos que continuarão a afetar as perspectivas de crescimento do país. Nesse contexto, o Fundo enfatiza o papel da reforma da Previdência.

Para Alfredo Cuevas, chefe da missão do FMI para o Brasil, esse projeto é importante, uma vez que há uma tendência de que os brasileiros vivam mais nos próximos anos, além do encolhimento da família, agora menores. “O sistema que foi criado há anos atrás deve ser modificado, atualizado e adaptado à realidade brasileira”.

Alejandro Werner, diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do FMI, afirmou que ainda é cedo para afirmar que o cenário político pode afetar as reformas previstas para os próximos meses. Para ele é mais sábio aguardar o desenrolar das coisas. Com o cenário mais claro é possível avaliar a situação.

O que diz o Banco Central

Em evento em um banco privado, o presidente Ilan Goldfajn frisou a necessidade de manter a economia nacional no “caminho virtuoso”, que ocorreram pelas reformas realizadas nos últimos meses. Ele ainda reforçou que o país possui “amortecedores robustos para lidar com fatores de ordem não econômica”.

Goldfajn apontou que o Banco Central vai continuar focado nos objetivos e irá garantir a estabilidade da moeda com medidas como o controle da inflação. Ele ressaltou as decisões relacionadas a taxa básica de juros tomadas pelo Copom.