‘Meu Malvado Favorito’ se torna a franquia de animação mais lucrativa da história

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Os personagens carismáticos e o universo colorido de “Meu malvado favorito” fizeram com que a franquia de animação se tornasse a mais lucrativa da história do cinema, de acordo com informações divulgadas pelo site “Deadline”. Os filmes da franquia, que na versão original conta a voz de Steve Carell na dublagem do personagem Dru, conseguiu superar os lucros dos cinco filmes de “Shrek”, que incluem “Gato de Botas”, animação ambientada no mesmo universo.

A franquia de filmes de “Meu malvado favorito” inclui três longas principais e também o filme dedicado exclusivamente aos Minions, que foi o mais lucrativo quando considerada também a bilheteria internacional. Recentemente, a bilheteria somada de todos os filmes da franquia atingiu o patamar de US$ 3,55 bilhões, ao tempo em que a franquia “Shrek” arrecadou US$ 3,51 bilhões.

O filme mais recente, “Meu malvado favorito 3”, chegou aos cinemas brasileiros no final de junho no Brasil, e em seis semanas, garantiu um faturamento de quase R$ 8,5 milhões no país. Em âmbito internacional, o filme arrecadou mais de US$ 880 milhões.

Apesar do sucesso impressionante nas bilheterias, “Meu malvado favorito 3” conseguiu ser apenas o terceiro filme mais visto da franquia até o momento. O mais visto, “Minions”, foi lançado em 2015 e contou a história de três personagens principais, Stuart, Kevin e Bob, o bastante para arrecadar cerca de US$ 1,15 bilhão nas bilheterias globais. Já o segundo mais assistido nos cinemas, “Meu malvado favorito 2”, do ano de 2013, conquistou um faturamento de nada menos que US$ 970 milhões.

Sendo assim, o filme menos lucrativo da franquia foi o longa de estreia, lançado em 2010, o qual teve um faturamento de US$ 543 milhões. De acordo com o site “Deadline”, um dos fatores que fizeram o primeiro filme não lucrar tanto nas bilheterias foi o fato dele não ter chegado aos cinemas da China. Desde então, todos os outros filmes da franquia foram lançados nos cinemas chineses, se tornando grandes sucessos de público no país. “Minions”, por exemplo, teve a maior arrecadação em sua estreia entre todos os filmes de animação já lançados na China.

 

Los Cabos no México apresentam surpresas para todos os seus visitantes

Los Cabos está localizado no norte do México, entre o oceano Pacífico e o Mar de Cortés, em um destino com um estreito território quase desértico, que apresenta uma das regiões mais fascinantes do México. Los Cabos fica em uma península conhecida como Baixa Califórnia, e esse destino possui desde praias lindas com águas esverdeadas e areias finas, até uma área imensa desértica, em que passeios curtos de quadriciclo podem ser feitos por turistas. Los Cabos é um destino que sai um pouco daqueles mais tradicionais procurados no México, mostrando que esse país possui muito mais a oferecer para os visitantes que procuram desafios novos e paisagens belíssimas.

Ligadas por uma estrada que possui 32 km, as cidades de Cabo San Lucas e San José del Cabo, fazem parte das mais importantes atrações desse destino, apresentando estilos completamente diversos, que parecem que não fazem parte do mesmo lugar. San José del Cabo é uma tradicional aldeia mexicana de ruas apertadas, apresentando edificações históricas e lojas de arte encantadoras. Em Cabo San Lucas os visitantes podem apreciar também a vida noturna, com vários bares, restaurantes e boates.

É na movimentada marina de Cabo San Lucas, que começam os passeios de barco para os turistas visitarem alguns lugares isolados, como a Playa del Amor, que fica em uma região no final da Baía de San Lucas, e a rocha que foi esculpida naturalmente, chamada El Arco, que está localizada em uma ponta que fica entre o Mar de Cortés e o oceano Pacífico. Famílias de leões marinhos e focas também são encontradas nessa região.

Nas margens do Pacífico, do outro lado, fica a Playa del Divorcio que quando a maré está baixa, os visitantes podem ir a partir da Playa del Amor. No Mar de Cortés os visitantes podem praticar o mergulho, perto do Cabo San Lucas, em lugares conhecidos como Dedo de Neptuno, Las Cuevas e Piedra Pelícano. Também foram as águas do Mar de Cortés, que Jacques Cousteau declarou ser o  Aquário do Mundo .

Um parque que faz parte de uma das atrações de Los Cabos, é o Cacti Mundo, cujo o seu principal símbolo é o cacto, em homenagem ao deserto. Esse parque fica em San José del Cabo, abrigando diversas espécies de cactos, que são símbolos de plantas próprias do deserto mexicano e de outros espalhados pelo mundo. O parque também apresenta jardins que foram decorados com cactos.

 

Conheça 5 destinos turísticos imperdíveis na América do Sul

Para os turistas que planejam viajar para o exterior mas sem gastar demais, uma ótima alternativa é escolher um destino na América do Sul. São diversas opções interessantes, e a seguir temos uma lista com os cinco locais mais imperdíveis de se conhecer na região.

1) Buenos Aires

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Muito visitada pelos brasileiros, a capital da Argentina é uma cidade muito charmosa e um ótimo destino para quem viajar para o exterior sem ir muito longe. Por existirem voos diários saindo de várias capitais brasileiras, Buenos Aires se destaca como uma opção barata e acessível. E ao chegar lá, são diversas as opções do que fazer, desde restaurantes com carnes deliciosas e bons vinhos, até espetáculos de tango destinados aos turistas. Entre os passeios imperdíveis, estão a Recoleta, Casa Rosada e o Puerto Madero.

2) Montevidéu

Menos explorada do que Buenos Aires entre os turistas brasileiros, a capital do Uruguai é uma cidade relativamente pequena quando comparada as principais capitais do Brasil, o que a torna um destino encantador e tranquilo. Com uma população amigável e solícita, é fácil conhecer as atrações da cidade e os seus ótimos restaurantes. No roteiro de viagem, não podem deixar de serem incluídos a Praça da Independência, o Teatro Solis e o Palácio Salvo.

3) Santiago

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Sétimo lugar entre as cidades mais visitadas pelos brasileiros no exterior, Santiago é muito organizada, fácil de se localizar e com um belíssimo centro histórico, o qual é possível visitar a pé. Além disso, os turistas que viajam a cidade nos meses frios, podem aproveitar para conhecer estações de esqui nos arredores da capital chilena, enquanto os visitantes que viajam no verão podem se encantar com o famoso balneário de Viña del Mar. Entre os passeios imperdíveis, estão o Parque Metropolitano, o Bairro Bellavista e o Museu Histórico Nacional.

4) La Paz

Ainda pouco visitada pelos brasileiros, La Paz, na Bolívia, possui uma imensa variedade de atrações, incluindo parques urbanos, museus e sítios arqueológicos. Localizada a cerca de 3.500 metros de altitude, a cidade tem um dos teleféricos mais surpreendentes do mundo, o Mi Teleferico. Na lista de locais mais interessantes de se visitar na capital boliviana, é impossível não citar a Plaza Murillo, o Vale de la Luna, a Calle Jaen e o Mirador Laikakota.

5) Lima

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Com um culinária riquíssima e bastante famosa atualmente, a capital do Peru conta com restaurantes excelentes para quem tem vontade de explorar a gastronomia local, e ainda atrações turísticas variadas para todos os gostos, incluindo o Complexo de San Francisco, as Ruínas de Pachacámac e o Palácio do Governo, entre outros.

 

Cresce o número de pessoas solteiras no Brasil segundo o IBGE

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Em pleno século XXI onde as mulheres ganham forças para terem melhores salários e direitos iguais aos homens, aquela ideia de que só casando dá para ser feliz ficou para trás. A prova disso é que o número de solteiras e também de solteiros aumentou no Brasil.

Um casamento cheio de conflitos que acabou depois de 7 longos anos, fez de Juliana uma solteira convicta. Mais feliz sozinha do que mal acompanhada ela não quer perder o que conquistou após o divórcio. “A liberdade e independência eu com certeza vejo como uma das maiores vantagens de ser solteira, na minha opinião isso é o principal. Você não precisar dar satisfação para ninguém se quiser fazer alguma coisa”, diz a atriz, Juliana Preto.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), existem cada vez mais pessoas como Juliana no Brasil. Os dados do IBGE mostram que em 2015, data da última pesquisa nacional por domicílio, 43,7% dos brasileiros viviam sozinhos, 1/4 da população adulta nunca havia se casado ou vivido em união estável. Em 2011 os solteiros representavam 42,9% dos entrevistados.

Entre os benefícios dessa escolha está a maior convivência com os amigos e familiares, mas alguns psicólogos alertam: é preciso tomar cuidado para que a vida de solteiro não se confunda com solidão. “Existe uma grande questão: até quanto isso me satisfaz? O quanto que isso me satisfaz? Se você consegue se sentir bem isso é ótimo, é você que tem que cuidar da sua vida sem ter que seguir um padrão. Um exemplo, são os casais que eram uma questão imposta pela sociedade, pelas famílias, sendo que hoje isso não acontece mais e cada um tem uma liberdade maior de escolha”, diz a psicóloga e doutora em psicologia clínica, Rita Romaro.

Hoje, Juliana já não pensa em se envolver com ninguém, mas no futuro ela pensa em construir uma união a dois em novas bases. “Eu tenho vontade de ter um namorado, um companheiro, mas essa coisa de juntar a escova de dentes, a casa, a intimidade, isso sinceramente para mim não é romântico. Isso estraga o romance e eu acho que nós podemos mudar um pouco as maneiras de se relacionar, não existe um jeito certo ou errado”, diz Juliana.

“O que as pessoas precisam ter em mente é que a união entre duas pessoas deve ocorrer quando de fato elas assim desejarem, nunca haverá uma união saudável se esse simples fator for deixado de lado. Além disso, elas devem cultivar essa relação introduzindo os elementos principais que firmaram essa união. Então, você tem uma união e tem que preservar para que ela sempre exista. Para uma pessoa solteira, ela deve preservar por ela mesma, por estar e viver solteira, sendo que isso também deve ser feito com muito planejamento. O que não pode acontecer é as pessoas se relacionarem, terem filhos em um relacionamento que não tem previsão de durar e viverem afastadas da criança”, diz Rita.

 

Vida e carreira do presidente do Banco Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi

Luiz Carlos Trabuco Cappi, atual presidente do Banco Bradesco, nasceu no município de Marília, em São Paulo, em 6 de outubro de 1951 e formou-se em filosofia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FLCH–USP).  A pós-graduação foi em Sócio psicologia na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP).

Foi em março de 2009 que o executivo assumiu o comando da empresa do mercado financeiro fundada por Amador Aguiar. Por lá, ele permanece até os dias atuais, mas a caminhada até o cargo mais alto do Banco foi longa. Luiz Carlos Trabuco Cappi entrou para o grupo ainda com 18 anos, em 1969, passou por todos os escalões de hierarquia – começou na instituição como escriturário, também atuou em áreas como previdência privada e marketing. Em 1999, aos 47 anos de idade e 30 anos de casa, foi promovido a vice-presidente da empresa bancária.

De 2003 a 2009, o executivo destacou-se como chefe da Bradesco Seguros –a participação de mercado da seguradora passou de 23% para 25% do total de prêmios. Ainda, a contribuição dela no resultado do banco aumentou de 26% para 35%.

Luiz Carlos Trabuco Cappi faz história como o quarto a ocupar a cadeira de presidente do Banco Bradesco – ele entrou para substituir Márcio Cypriano. Antes deles também haviam ocupado o cargo o fundador Amador Aguiar e o seu sucessor Lázaro Brandão, responsável pela indicação do atual presidente.

Na presidência 

Luiz Carlos Trabuco Cappi chegou à presidência em um momento conturbado do Grupo – o banco havia acabado de perder a liderança de mercado. Mas a preocupação do executivo, segundo ele mesmo, era “apenas” fazer o melhor trabalho nos municípios atendidos pela empresa do ramo financeiro.

A criação de uma universidade corporativa foi uma das primeiras ações do atual presidente no comando do Banco Bradesco. A ideia era buscar a renovação dos quadros de liderança, conversando com executivos de todos os escalões da instituição. Foram estabelecidos rituais para dar autonomia aos que eram promovidos – tratava-se de reuniões no Salão Nobre do banco, onde eles recebiam o direito da palavra, contudo, Luiz Carlos Trabuco Cappi já alertava que “quem recebe o microfone deve ter o que falar, passar uma mensagem, vocalizar posicionamentos, uma estratégia e um plano de ação”.

Mas a oportunidade de manter a empresa na briga pelas primeiras colocações no ranking de ativos veio, e apenas alguns anos de comando – Trabuco comprou da filial brasileira do HSBC por US$ 5,2 bilhões em agosto de 2015. “Com o HSBC, conquistamos de uma vez o que demoraríamos cerca de seis anos para obter por meio do crescimento orgânico”, destacou ele, na ocasião.

A transação também rendeu ao executivo o título de Empreendedor do Ano nas Finanças, dado pela ISTOÉ Dinheiro – uma revista brasileira de economia e negócios publicada pela Editora Três.

Indicação para o Ministério da Fazenda           

Ainda no início de 2015, Luiz Carlos Trabuco Cappi foi convidado pela então presidente do Brasil Dilma Rousseff para assumir o Ministério da Fazenda – mas recusou o convite.

Cientista brasileiro encontra morcego raro com duas cabeças

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A descoberta foi feita pelo pesquisador Marcelo Rodrigues Nogueira, que faz pós-doutorado em Biologia na UENF – Universidade Estadual do Norte Fluminense. O morcego totalmente peculiar e raramente visto por cientistas do mundo todo, possui exatamente duas cabeças independentes. Pelo que foi divulgado, o morcego na verdade é constituído como gêmeos siameses, e se tornou alvo de um novo estudo sobre esse raro efeito na natureza.

Segundo arquivos de registros sobre esse raro evento, ao todo apenas dois outros casos foram registrados em todo o mundo de morcegos com duas cabeças. O primeiro foi em 1969, e o segundo foi registrado mais recentemente no ano de 2015. O terceiro caso que foi registrado, que é o mais recente de todos, foi registrado em 2017 pelo cientista brasileiro.

Até o momento, os cientistas ainda não sabem explicar o porquê desses morcegos terem nascido com duas cabeças. Segundo os cientistas, os gêmeos siameses são formados após a separação de partes do corpo, que acontece por volta dos 13 ou 15 dias após os óvulos da mãe serem fertilizados. No entanto, os gêmeos costumam se separar totalmente ainda com apenas cinco dias, em casos de morcegos saudáveis e com formação total do corpo.

As análises feitas pelos cientistas brasileiros, reveloram que o morcego de duas cabeças encontrado aqui no Brasil, possui uma coluna igualmente peculiar que se dividia, formando duas colunas ou como uma bifurcação em formato de Y. Eles ainda avaliam que o morcego pode também ter dois corações que reagem a sistemas diferentes do que conhecemos.

Segundo o pesquisador brasileiro, a descoberta não foi assim tão recente. Embora o morcego só tenha sido registrado agora, a descoberta aconteceu por volta de 2001. O animal então foi doado para futuras análises no Laboratório de Mastozoologia, que registrou o caso nesse ano. Por não ter uma data muito específica sobre a descoberta, Nogueira avalia que o morcego pode ter nascido morto, ou pode ainda ter sobrevivido por um curto período de tempo após o nascimento.

As recentes descobertas sobre o morcego de duas cabeças, é um trabalho criado e desenvolvido por Nogueira e sua equipe, ao lado das embriologistas, Adriana Ventura e Nadja Lima Pinheiro, as duas da Área de Embriologia de outra universidade, a UFRRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Contudo, o estudo ganhou repercussão após ter sido publicado pelo jornal científico, Anatomia Histologia Embryologia no mês de junho deste ano.

Os pesquisadores avaliam que esses casos raros de morcegos com duas cabeças, ou de outros animais que nascem com diferentes anomalias, podem ter sido ocasionados por causa da poluição e degradação humana. Na ciência, há diversos artigos publicados que ligam o fato da degradação humana interferir diretamente no desenvolvimento da natureza.

 

Os rinocerontes estão sendo dizimados pelo ser humano, e irão ser extintos no prazo de 20 anos se nada for feito

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Depois de serem dizimados na Ásia onde só restam alguns remanescentes, agora eles são caçados impiedosamente na África. Os rinocerontes são alvos da crendice humana e os maiores consumidores do pó feito com o chifre do rinoceronte, estão na China, Vietnã e Iêmen. O dinheiro que circula nesse comércio violento e ilegal é surpreendente.

O valor de 1 kg de ouro custa US$ 40 mil, o valor de 1 kg de pó de chifre de rinoceronte chega a custar US$ 53 mil. O valor de um único chifre, que pesa em geral 3 kg custa US$ 159 mil. Apesar de todos os alertas da ciência de que não existe nenhum poder curativo nesse pó, a demanda permanece alta em países como a China e o Vietnã, entre outros países da Ásia. Muitos asiáticos se agarram na antiga lenda de que o produto cura qualquer doença, o que a medicina sempre desmentiu.

Na verdade, o chifre de um rinoceronte é composto pela mesma substância encontrada nas unhas e cabelos humanos, a queratina, que também está presente no casco de inúmeros animais. Para atender a intensa procura, caçadores pagos pelos traficantes invadem as savanas africanas em busca dos últimos rinocerontes. No início do século XX eles somavam cerca de 500 mil na África e na Ásia, hoje não passam de 30 mil na África e de algumas centenas na Ásia, onde foram praticamente dizimados.

Movidos pela cobiça e crueldade os caçadores atingem os animais com um único tiro, em seguida com o rinoceronte ainda vivo, eles retiram o chifre e o abandonam para morrer agonizando. É aí que entra o trabalho de ongs como a “Save The RHINO” ou “Saving the Survivors”. Para eles, isso é uma tarefa cheia de riscos que exige muita disposição e coragem onde mais da metade dos animais socorridos não sobrevivem.

“O que se passa com o rinoceronte é: ele é um animal que existe há mais de 150 milhões de anos, que está preste a entrar em uma extinção rápida em um prazo de 10 a 20 anos, contados a partir de agora se está matança continuar. A culpa disso tudo é exclusivamente nossa, não é por causa de perda de habitat, não é por causa de caça para consumo da carne deste animal, é simplesmente para poder ser retirado o chifre para finalidades banais, como crendices e pseudociências“, diz o fotógrafo documental, Érico Hiller.

 

O uso de antibiótico até o fim pode causar resistência bacteriana

Um estudo feito por cientistas da Universidade de Oxford e pelo Serviço de Saúde Pública da Inglaterra concluiu que a maneira de receitar antibiótico pode ser a causa da resistência das bactérias a esse medicamento.

A pesquisa que foi publicada no periódico científico Britsh Medical Journal (BMJ), diz que os pacientes que necessitam do medicamento devem ser orientados a tomá-lo até sentirem-se melhores e evitar, dessa forma, o uso excessivo.

Ainda de acordo com os estudiosos, a recomendação da OMS de tomar antibiótico até o fim da prescrição médica não tem embasamento científico — o que dizem é que consumir o medicamento por mais tempo evita formas de doenças mais resistentes. Contudo, os cientistas afirmam que esse uso acima do necessário aumentaria esse risco.

Na verdade, isso tem uma explicação histórica, visto que essa conduta é adotada há muito tempo, foi criada em razão do medo que havia do tratamento ser insuficiente — quando não existia preocupação com o uso excessivo do medicamento. Achavam que o uso por um grande período afastaria o risco de recaídas. Pensavam que o uso interrompido, sim, poderia causar resistência.

Os pesquisadores disseram também que existem poucos estudos sobre o tempo ideal de ação no uso de antibióticos, mas que sofrem uma variação de pessoa para pessoa e que pode ter a ver com o histórico de cada paciente.

Para aquelas doenças em que as bactérias se tornam mais resistentes, a explicação, de acordo com os especialistas, é que as bactérias, na sua maioria, estão espalhadas pelo ambiente no qual vivemos e não causam problema algum à saúde — as pessoas ficam doentes apenas quando elas entram na corrente sanguínea. Então, quanto mais as bactérias ficarem expostas aos antibióticos mais se tornarão resistentes a eles — exemplo disso seriam doenças como a tuberculose, nas quais as bactérias se tornam resistentes quando o medicamento não é suficiente.

 

Alemanha está organizando uma expedição para o Polo Norte

Uma expedição está sendo organizada pela Alemanha, para uma pesquisa no Ártico e está senda considerada a maior programada para esse local.

Com 120 metros de comprimento, um navio usado para pesquisa  o Polarstern,  irá ficar flutuando e em algumas épocas, ficará encalhado no gelo do mar do Polo Norte. Serão 2.500 quilômetros e a previsão para o início dessa expedição será em 2019, com duração de um ano.

O objetivo dessas pesquisas é colher as informações sobre os locais onde o clima vem alterando rapidamente. A quantidade de gelo do Ártico que foi verificada no último mês de janeiro, foi a menor desde que os índices são verificados por satélites, com as temperaturas alguns graus acima da média de longo prazo.

O professor Markus Rex, que será o coordenador do projeto chamado MOSAiC, disse que essa diminuição do gelo no Ártico, está acontecendo de forma muito mais rápida do que as previsões climáticas atuais mostraram. Será preciso melhorar as previsões para o futuro, sendo de extrema importância para o planeta.

Existe uma previsão de que em alguns anos, o Ártico não apresente gelo no verão. O mundo mudaria de forma radical e precisamos saber dessas consequências antes, se isso vai acontecer ou não, declarou ainda Markus Rex.

O pesquisador ainda comentou que a expedição deverá custar cerca de 63 milhões de euros, sendo que grande parte dela já está sendo financiada, com aportes de aliados internacionais, como os Estados Unidos, Reino Unido, China, Rússia, entre outros.

Em 1890, o explorador da Noruega Fridtjof Nansen, foi o primeiro a flutuar pelo mar de gelo do Polo Norte.

Há uma década atrás, uma escuna também chegou ao mar gelado do Polo Norte, indo das águas da Sibéria e chegando até o Estreito de Fram.

A relação dos objetivos e tarefas desse navio Polarstern, que é uma grande plataforma científica, faz com que os projetos anteriores no Ártico, sejam considerados bem pequenos.

Vários equipamentos estão sendo preparados, muitos em contêineres, como sensores de uso remoto, que irão ser colocados no local e instrumentos de medição.

Acampamentos irão ser montados próximos ao navio e também à uma distância de 20 a 30 km de distância. A expedição irá coletar amostras de água, gelo e ar, além de informações sobre as mudanças climáticas do local, já que todas as instalações irão ficar à deriva.

Uma pista de decolagem está programada para ser instalada pela equipe, para que um avião de pesquisa possa ser utilizado, auxiliando o navio de pesquisa.

Durante meados do inverno, os pesquisadores terão que enfrentar dias formados só pela noite, já que o Sol não nascerá no horizonte. Essa expedição também terá que estar sempre atenta, para o caso de uma aproximação de ursos polares.

O professor ainda destaca, que essa expedição será de extrema importância para o entendimento dessa região remota, inclusive para quem mora longe desse Polo. Se um polo ficar mais quente, isso afetará os níveis climáticos em latitudes médias, localizados entre os tópicos e os polos Sul e Norte.

Cinco iniciativas feitas por cidades para combater a escassez de água

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Em dados fornecidos pela ONU (Organização das Nações Unidas), dois terços do planeta sofrem pelo menos uma vez por mês, com a falta de água. Até 2030, a nossa demanda deve sofrer um aumento em torno de 50%.

No ano passado, líderes mundiais se reuniram no Fórum Econômico Mundial, chegando a conclusão de que o maior risco do planeta nessa década, vem dos recursos hídricos.

Cinco cidades foram identificadas pela BBC Brasil, como exemplos, já que estão procurando resolver os problemas de escassez de água, e são elas:

Pequim: Transposição de água

Entre os 13 países detectados pela ONU com índices graves de escassez de água, está a China com 21% dos habitantes do planeta, e somente 6% de água potável.

Enfrentando dificuldades com abastecimento, estão 400 cidades chinesas e Pequim se encontra entre elas. Com uma população que só vem aumentando, o seu consumo já é maior do que a sua reserva.

A solução é transferir bilhões de metros cúbicos do sul para o norte, que se encontra numa região mais árida, todo ano, percorrendo uma distância enorme e gastando um valor que deve ser maior do que US$ 60 bilhões.

Nova York: Proteção de mananciais

Nos anos noventa, essa que é uma das maiores cidades do planeta, iniciou um programa para proteger os mananciais de água, prevenindo a poluição dessas nascentes, visando diminuir despesas com tratamento ou ainda ter que procurar outras fontes de água.

Além de todos esses cuidados, o projeto ainda previa a compra de terras pelo governo onde existiam nascentes, visando proteger a vegetação, garantindo assim que lençóis freáticos continuassem a ser alimentados, além de dar assistência financeira para moradores da área rural dessas regiões, para que cuidados fossem tomados com o meio ambiente.

Dessa forma, a cidade ampliou em diversos anos a vida de seus mananciais, além de promover campanhas, que visavam a diminuição do consumo de água pela população.

Cidade do Cabo (África do Sul): Guerra ao desperdício

Os maiores desperdícios vinham de encanamentos domésticos, já que não conseguiam resistir à pressão da água quando era bombeada. Dessa forma o consumo ficava maior e crescia também a inadimplência, já que as pessoas não podiam pagar os altos valores das contas.

Em 2001, foi iniciado um projeto de US$ 700 mil, com dois objetivos. Um visava a reforma dos encanamentos com problemas e o outro reduzia a pressão de água do fornecimento, evitando vazamentos.

Com essa iniciativa e juntamente com uma campanha de conscientização, a cidade diminuiu o seu consumo em nove milhões de metros cúbicos de água por ano.

Perth (Austrália): Dessalinização

Entre as metrópoles da Austrália, essa é a cidade mais seca entre elas. As mudanças climáticas foram mais rápidas e antes do período que era esperado, na região oeste.

A água existente nos reservatórios ficou reduzida em um sexto do que havia antes, nos últimos vinte anos.

Foi necessário a construção de duas estações, para retirar o sal da água tirada do oceano Índico, transformando ela em água própria para o consumo.

Atualmente, na cidade de Perth, metade da sua água própria para o consumo, vem do mar.

Outra tentativa feita, foi que a cidade durante anos, injetou água utilizada pela população e já tratada, em seus aquíferos subterrâneos. A água passa a ser filtrada de forma natural pelo solo e depois é extraída para o consumo da população e utilizada também em irrigação agrícola. A meta é conseguir 7 bilhões de litros de água por ano.

Zaragoza (Espanha): Conscientização e metas

Na década de noventa, várias secas deixaram milhões de pessoas por determinado tempo sem água. Dados fornecidos pela Comissão Europeia, apontaram que o maior problema é o desperdício de água e não à falta de chuvas.

Na cidade de Zaragoza, uma grande campanha de conscientização foi feita em áreas públicas e escolas, com o apoio da imprensa, visando o consumo apropriado e metas para a diminuição do consumo.