Setor industrial paulista fecha 4 vezes consecutivas com déficit de emprego

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O setor industrial paulista fechou o mês de agosto de 2017 com o encerramento de 2,5 mil vagas de emprego no setor. Segundo dados fornecidos pela Fiesp – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, os números referentes são de queda de 3,27% no mesmo período em comparação com 2016.

O índice usado pelo Fiesp registrou um declínio de 0,11% em relação ao mês de julho de 2017. Isso indica uma forte retração no setor pelo quarto mês consecutivo. Os meses de janeiro e agosto de 2017 apresentaram crescimento, com registro de 5,5 mil postos de empregos criados para o setor, sendo isso um aumento no número de vagas de 0,26% quando comparado com o mesmo mês em 2016. Essa é uma indicação de estabilidade do setor segundo o especialista Paulo Francin, diretor do Departamento Pesquisas Econômicas da Fiesp.

“A produção industrial mostra recuperação, apesar de ainda não ser vigorosa, é contínua, refletindo na manutenção dos postos de trabalho. A geração de novos empregos é a última variável a reagir. Ainda temos muita capacidade ociosa, o que deve levar as empresas a resistir a novas contratações por um tempo”, explica Francin.

Foram um total de 22 setores ligados a indústria que os especialistas do Fiesp analisaram no mês de agosto, sendo 14 deles com índices negativos. O economista chefe do Fiesp acredita que ainda passará mais tempo até que os números de contratações no setor industrial possam realmente voltar a dar sinais de crescimento concreto.

Nesse momento da economia o setor que mais demonstrou crescimento foi o da indústria alimentícias. Com uma quantidade de 1.060 postos de empregos, o setor contribui para um crescimento de 0,26% quando comparado com o mês anterior, mês de julho. No total acumulado de 2017, o setor industrial alimentício no Brasil teve um crescimento de 3,31% com a geração de novas vagas de emprego.

O setor automobilístico foi pelo contrário, o que mais apresentou déficit de vagas de emprego para a indústria. Houve um grande número de corte no setor, chegando a 1.171 vagas desligadas. Isso é equivalente a um recuo de 0,52%. Desde o início do ano de 2017 o setor automobilístico sofre queda consecutiva, sendo 1,8% de queda no total acumulado de janeiro até agosto de 2017.

 

Saiba detalhes sobre a carreira profissional de Luiz Carlos Trabuco Cappi no Bradesco

No ano de 2007, o executivo Luiz Carlos Trabuco Cappi ganhou pela segunda vez o prêmio de Personalidade de Seguros do Ano pelo trabalho realizado como presidente do Grupo Bradesco de Seguros e Previdência. Reconhecido pela sua sabedoria, dedicação e persistência, o trabalho do executivo foi essencial para que a empresa se tornasse a maior seguradora do Brasil.

A primeira vez que ele recebeu o prêmio foi quatro anos antes, em 2003, assim que assumiu o comando do grupo. Antes disso, o executivo já fazia parte da Organização Bradesco há mais de trinta anos, tendo sido escolhido para o cargo especialmente para que pudesse aplicar a sua vasta experiência na área bancária para a área de seguros, na qual ele defendia a venda de seguros através do canal corretor.

Quando questionado sobre o futuro do mercado de seguros, Luiz Carlos Trabuco Cappi afirmava na época que esse segmento ainda tinha muito a crescer, devido a sua importância para o setor público na função de manter o bem-estar social. Sendo assim, a partir do início dos anos 2000, quando a economia brasileira estava em constante desenvolvimento, o grau de relevância do setor se acentuou ainda mais.

Formado no curso de Filosofia pela Universidade de São Paulo (USP), Luiz Carlos Trabuco Cappi teve um papel fundamental para a escolha do Cristo Redentor como uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno, um fato que poucos conhecem sobre ele. Na época, ele esteve por trás da famosa campanha “Vote Cristo, ele é uma maravilha” promovida pela Bradesco Seguros e Previdência, a qual ganhou amplo destaque nacional para a causa e contribuiu diretamente para a eleição do Cristo entre as sete maravilhas.

Além disso, a trajetória profissional do executivo também foi marcada por outros momentos importantes, como quando assumiu a presidência da Comissão Nacional de Marketing Financeiro da Federação Brasileira das Associações de Bancos (Febraban), da Associação Nacional da Previdência Privada (Anapp), e também da Associação Internacional de Estudos da Economia do Seguro, com sede em Genebra.

A colaboração de Luiz Carlos Trabuco Cappi durante os anos em que se dedicou a área de seguros é tão destacada que o segmento cresceu de forma surpreendente, chegando a ser responsável por mais de 30% do lucro líquido anual obtido pelo banco. O sucesso desse setor da empresa, em parte, pode ser creditado a dedicação e ao comprometimento do executivo a ele.

Esse trabalho de destaque foi o fator diferencial para que Luiz Carlos Trabuco Cappi fosse cotado para ser o presidente do banco, em substituição a Márcio Cypriano. E em 2009, essa possibilidade realmente se concretizou quando o executivo foi oficialmente anunciado como o novo presidente da instituição, adotando uma postura com foco nos clientes, com o intuito de priorizar a qualidade das agências e do atendimento prestado aos correntistas do banco.

Desde o início, esse foi o maior foco adotado pela nova administração, deixando em segundo plano a disputa pela liderança entre os bancos privados que atuam no país nos dias de hoje.

 

Desde 15 de setembro a restituição do 4º lote do IR está disponível

 

A restituição do 4º lote do IR – Imposto de renda já está disponível desde o dia 15 de setembro de 2017. A quantidade liberada foi de R$ 2,7 bilhões neste lote que será destinado a 2,2 milhões de brasileiros com direito a receber.

São pessoas físicas que irão ser beneficiadas pelo IR de 2017 junto a restituições residuais que foram datadas de 2008 a 2016. O número exato de pessoas que terão acesso aos créditos bancários são de 2.356 de contribuintes ao todo.

Em média, são R$ 179,1 milhões de pessoas que irão receber os créditos com preferência, como idosos, que representam 40.429 e as pessoas portadoras de deficiência, que representam 5.026 ao todo. O total de dinheiro liberado mais a restituição residual somam R$ 3 bilhões. Caso você tenha dúvidas se tem direito ou não a receber sua restituição do IR, acesse o endereço online da página da Receita Federal ou entre em contato através do número 146.

Ao consultar pela internet o serviço e-CAC disponível pela Receita Federal, o usuário poderá ter acesso e verificar qualquer divergência no extrato de declaração. Caso a pessoa perceba que foram cometidos erros nos dados, uma declaração conhecida como retificadora poderá finalizar a autorregularização do contribuinte. Você também pode fazer esse acesso através de smartphone ou tablet.

No caso dos smartphones com sistema iOS e sistema Android, o aplicativo irá permitir o contribuinte fazer uma consulta de forma rápida e direta, os dados são armazenados em uma base cadastral nacional que utiliza como meio de busca o número do CPF do usuário. Caso você não tenha tempo para fazer a transferência desse dinheiro agora, não se preocupe, os valores referentes da restituição ficarão disponibilizados aos contribuintes pelo prazo de um ano.

Após ter passado o prazo estabelecidos pela Receita Federal, o contribuinte só poderá ter acesso ao dinheiro através da internet, na página da Receita. Lá a pessoa terá que fazer o preenchimento de um formulário para o pedido de pagamento de restituição. Também através do serviço DIRPF – Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física, com o Extrato do Processamento. Caso você prefira, poderá comparecer em uma agência do Banco do Brasil ou ligar para o número 0800-729-0001.

Água de torneira contaminada por microplásticos mundo afora

Uma pesquisa feita pela Orb Media uma redação de notícias digitais sem fins lucrativos, em Nova York nos Estados Unidos, apontou fibras microscópicas na água da torneira.

As pesquisas já vieram apontando sobre a poluição dos plásticos em rios, mares e solo, e esse é o primeiro estudo que revelou essas substâncias na água da torneira que vai até milhões de pessoas no mundo todo.

Essa descoberta serviram de alerta segundo o ganhador do prêmio Nobel da Paz de 2006, Muhammad Yunus. O estudo contou com mais de 150 amostras de água de torneira que foram coletadas em cinco continentes diferentes e os microplásticos estavam presente em uma média 83%.

A pesquisa ainda não sabe informar como essas fibras entram na água e quais os riscos disso a saúde. A suspeita é que venham de roupas sintéticas, estofados e tapetes.

A preocupação dos especialistas, é que essas fibras plásticas transportem toxinas do meio ambiente para o corpo humano. É claro que o plástico libera toxinas e as condições intestinais facilitam uma liberação mais rápida aponta o pesquisador da Universidade de Plymouuth, Richard Tompson.

Essas partículas foram encontradas em países ricos e pobres igualmente. Elas foram encontradas também em água engarrafada, e até nas casas que possuíam filtros. Não existe um padrão de segurança para esses plásticos na água nos Estados Unidos. Em outros países, como em países da União Europeia, existe uma determinação que a água de torneira seja livre de contaminações.

Essas fibras plásticas são onipotentes, e as amostras de água de torneira de alguns países como nos Estados Unidos e Líbano, elas estavam presentes em 94% delas. Em outros locais como índia e Indonésia estavam em 76% e no Equador e Europa 72%.

Na cidade de Washington, foi coletada uma amostra de 500 ml de água de torneira que continha 16 fibras, e mesmo assim as autoridades da cidade disseram que suas águas estão de acordo com os padrões legais.

As chuvas podem fazer com que as fibras plásticas sejam transportadas até nossos recursos hídricos. Em 2015 um estudo estimou que 10 toneladas de fibras de plásticos caíram nas ruas e telhados de Paris.

Esse é um problema perturbador e novo para ser resolvido pelo governo, a origem desses microplásticos, e de onde eles se originam.

 

Veja como foi o 22º Rally dos Sertões e a participação de Rodrigo Terpins

O piloto de off-road Rodrigo Terpins tem uma trajetória de sucesso tanto no campo empresarial quanto no esporte. O paulistano, assim como seu pai Jack Terpins, se aventura em um esporte em diferentes competições pelo país e o mundo, participando de circuitos como o Rally dos Sertões.

O pai dedicou-se ao basquete e por conta dele ficou conhecido pelos amigos como Jackão. Durantes as décadas de 60 e 70 jogou pela Hebraica e sempre incentivou os filhos a buscar um esporte para chamar de seu. Não só os filhos como toda a comunidade e para isso Jack Terpins se tornou líder comunitário da instituição naquela época.

Também foi diretor de esportes e presidentes da Hebraica. O pai de Rodrigo Terpins, a partir do início da década de 90, passou a realizar diversos trabalhos voluntários, sendo presidente do Conselho Judaico Latino-americano, estando a frente também da Confederação Macabi Latino-americana e na vice-presidência da União Macabi Mundial.

Durante a prática dessas funções, Jackão mostrou seu empenho, dedicação e paixão. Assim como o filho, Rodrigo Terpins , se tratando das competições de rally.

Uma de suas participações mais emblemáticas ocorreu na 22ª edição, em 2014. Na ocasião, Rodrigo Terpins pilotou pela primeira vez o T-Rex, veículo desenvolvido pela equipe MEM.

A equipe Bull Sertões Rally Team contava também com Fabrício Bianchini como navegador. Os dois conquistaram a terceira posição na categoria Protótipos T1, ficando em oitavo na classificação geral. Foram quase 20h20m de prova percorridos nos 7 dias de rally.

Na 22ª edição do competição mais importante do país participaram 200 competidore, nas categorias carros, motos, caminhões, UTV’s e quadriciclos. Somente dois estados estiveram no percurso: Goiás e Minas Gerais.

Na mesma edição, o irmão Michel Terpins não teve tanta sorte e ficou pelo meio do caminho. O carro que pilotava capotou na altura do km 62. Por sorte ninguém se feriu, entretanto o carro não teve mais condições de prosseguir na prova.

Foram ao todo 2.600 quilômetros, em 7 etapas pelos 2 estados. A maior prova off-road do Brasil, o Rally dos Sertões foi marcado por adversidades durante o percurso. Por essa razão nem todos os competidores conseguiram a classificação no TOP 5.

Entre 38 competidores da categoria, Rodrigo Terpins e Fabrício Bianchini estiveram no pódio e conseguiram a 8ª posição no ranking geral. Os dois participantes do carro #326 obtiveram resultados bastante promissores na edição.

Segundo o piloto a prova foi bastante prazerosa e gostosa de pilotar. O piloto ainda afirmou que as Especiais foram bem duras e exigiram muito do carro, da equipe e do equipamento, mas mesmo assim tiveram 100% de aproveitamento e um bom resultado.

Essa foi a décima segunda participação do navegador Fabrício Bianchini, que nas outras 11 edições participou na categoria Motos. Na 22ª edição estreou nos Carros e na navegação. “Foi uma experiência única, ter navegado na categoria Carros foi demais, certamente quero repetir outras vezes”.

O navegador ainda destacou que o entrosamento com o piloto foi ótimo e como ele sempre pilotou e navegou ao mesmo tempo nas motos teve mais facilidade na navegação, principalmente na leitura de terreno.

Virus da Zika por ser usado no combate ao câncer

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Em 2015, o Brasil foi “presenteado” com o primeiro caso de mais um tipo de doença transmitida pelo mosquito da dengue. O vírus Zika logo virou uma epidemia e mobilizou o país inteiro, principalmente por causa do seu efeito em fetos, transmitido pela mãe que adquire a doença durante a gravidez. Essa doença pode causar microcefalia ou graves danos cerebrais no bebe.

Recentemente cientistas nos Estados Unidos descobriram que o vírus da Zika pode ser usado como tratamento para câncer em cérebros de adultos. Segundo esse estudo, o vírus tem a capacidade de infectar e neutralizar seletivamente células cancerosas que são bem difíceis de tratar em cérebros já formados.

Os cientistas chegaram nessa conclusão ao fazer experimentos com camundongos adultos que contraíram tumores agressivos. Ao inserir o vírus no cérebro desses animais, foi possível notar a redução do tamanho do tumor, deixando as demais células intocadas.

Esse trabalho foi noticiado no “Journal of Experimental Medicine”. Os cientistas acreditam que esse método pode ser usado antes da operação, no entanto, testes em humanos ainda estão longe de acorrer.

Existe um tipo de câncer cerebral muito agressivo. Ele cresce rápido e se espalha difusamente, confundindo dessa forma o tumor e a parte saudável do cérebro. Os métodos atuais podem não ser suficientes para remover esse tipo de tumor invasivo.

O ví0rus da Zika pode ajudar a eliminar as células cancerígenas que não cedem aos tratam0,entos. Outro problema que pode ser atenuado por esse método, é a possibilidade do câncer voltar a crescer em partes diferentes do cérebro.

Os cientistas que estão cuidando desse projeto trabalham atualmente para modificar o vírus da Zika e torna-lo menos maléfico a saúde. Uma medida de segurança adotada pela Faculdade de Medicina da Universidade de Washington e da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia.

Mutação do vírus

Uma notícia informou recentemente que o vírus da Zika esta começando sofrer mutação e ficar resistente a vacina atual. Como acontece com o vírus da dengue. Isso pode inclusive comprometer os métodos de diagnósticos desenvolvidos.

O aviso foi feito por um professor, Edison Luiz Durigon, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP).

 

Na Grécia o aumento do número de turistas está preocupando as autoridades e os moradores

 

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Com a crise que afeta o país há mais de sete anos, a Grécia espera um número recorde de visitantes estrangeiros para esse ano, superando até mesmo os números de 2016, que chegaram a 28 milhões de turistas. Esses dados acabam incomodando os gregos, que desde que começou a crise, eles não estão conseguindo nem mesmo tirar férias, devido às grandes preocupações econômicas e com o fato de que mais de 50% da população, trabalha no setor turístico, ficando difícil sair de férias com toda essa visitação ao país.

Apesar da quantidade de turistas terem aumentado, o Banco da Grécia informou que em 2016, os investimentos no setor caíram 6,5% em relação ao ano de 2015, ficando em torno de 13 milhões de euros, mesmo com o aumento de 7,5% no número de turistas.

Os trabalhadores do setor turístico, como é o caso de Kyriakos Karafantis, cidadão grego de 26 anos, que trabalha em uma companhia que promove viagens, que têm como destino as ilhas no Porto de Piraeus, não consegue sair de férias no inverno nem no verão, porque depende dos lucros gerados durante o ano inteiro. Juntamente com ele, mais de 53% da população grega, não está conseguindo nem mesmo uma semana de descanso, para passear um pouco longe de casa.

De acordo com informações dadas, em 2015 o turismo chegou a 26,5% do PIB (Produto Interno Bruto), e com a distribuição das regiões turísticas do país, o turismo tem um papel importante nos investimentos de muitas cidades da Grécia.

Na ilha de Creta, por exemplo, o turismo representa 56% do seu PIB, nas Ilhas Jónicas 63%, no Egeu Meridional com as ilhas de Santorini e Mykonos, 72% do PIB.

O diretor da Confederação Grega de Turismo, Yannis Retsos, reconhece que o turismo na Grécia precisa passar da quantidade para a qualidade dele, pois o país não comporta esse número excessivo de turistas.

A ilha de Santorini com apenas 73 quilômetros quadrados, é um exemplo disso. Ela é um dos destinos mais procurados do país, e graças a esse volume de turistas, foi observado prejuízos no ecossistema do litoral da ilha.

Além desse fator, os habitantes da ilha têm dificuldade de  alugar imóveis,  já que é muito mais lucrativo alugar para visitantes estrangeiros, através de plataformas online.

Para controlar esses impactos do turismo, a ilha começou a limitar o número de turistas que chegava a dez mil por dia, para oito mil turistas diários em Santorini, na alta temporada.

 

Conheça um pouco da história de Andre Matos, os irmãos Passarell, Cassio Audi e a banda Viper

No ano era 1985 quatro jovens começaram a trilhar o caminho que levaria ao sucesso e o reconhecimento. Eram os integrantes do Viper, uma das bandas de metal mais expressivas do Brasil e que chegaram a grandes feitos, levando o heavy metal brasileiro para o mundo. Conheça um pouco mais da trajetória do Viper e de seus integrantes/ ex-integrantes.

Andre Matos no vocal, Yves Passarell e Felipe Machado nas guitarras, Pit Passarell no baixo e Cassio Audi na bateria. Essa foi a formação original da banda, que começou suas atividades com os álbuns The Killera Sword e Projeto SP Metal.

Dois anos depois dos primeiros trabalhos, o tecladista Junior Andrade, a banda decidiu fazer novos experimentos no som, passando do heavy metal tradicional para metal com uma pegada mais melódica.

O álbum Soldiers of Sunrise até hoje é considerado um dos melhores do gênero produzido por uma banda brasileira. O que deu ao Viper o status de Iron Maiden nacional. A partir dele, a banda de Andre Matos, Cassio Audi, os irmãos Passarell e companhia conquistou o mundo e chegou a ser elogiada por mídias especializadas de todo o mundo.

Kerrang e Metal Hammer foram duas importantes revistas que publicaram material da banda. Com a repercussão vieram os convites para abrir shows importantes no Brasil como o do MotörHead.

A banda teve muitos integrantes ao longo de sua história. Bateristas como Cassio Audi deram lugar a outros músicos. O vocalista Andre Matos teve de deixar a banda por querer manter o heavy metall tradicional e para dar sequência aos estudos musicais. Em seu lugar, os vocais passaram a ser liderados por Pit Passarell.

O álbum seguinte, o Evolution, trouxe para os fãs uma sonoridade mais pesada, com uma levada mais heavy/ trash, no entanto mais maduro. Trata-se de um dos melhores álbuns da banda.

Em 1989 o Viper lançou o Theatre Of Fate com gravações feitas no Brasil e mixado na Inglaterra pelo produtor Roy M. Rowland, uma das maiores autoridades na época. As gravações contaram com uma orquestra e instrumentos novos como piano.

Durante os anos seguintes a banda percorreu países como Alemanha, Argentina, Austrália, Hungria, Suíça, Japão e outros. E foi no Japão onde a banda gravou o álbum ao vivo intitulado Maniacs in Japan.

Em 1993 e 1994 a banda abriu os shows de Metallica e participou do festival Monsters of Rock no Brasil, já com o status de banda grande. Em 1994 a banda também viajou para os Estados Unidos onde gravou o álbum Coma Rage.

Atualmente a banda continua fazendo shows e produzindo, mas não com a mesma formação que trazia os irmãos Passarel, Andre Matos e Cassio Audi.

Veja quem já foi integrante do Viper:

Andre Matos – vocais e teclados (1985-1990, desde 2012);

Pit Passarell – baixo e vocal (1985-1996, desde 2001, Vocal Principal nos anos de 1990-1996, 2001-2004, 2010-2012);

Yves Passarell – Guitarras (entre 1985-1996, 2001);

Cassio Audi – Bateria (1985-1989);

Renato Graccia – Bateria (1991-1996, 2005-2012)

Sérgio Facci – Bateria (1989)

Val Santos – Guitarras e bateria (2001-2007, Bateria, 1989)

Hugo Mariutti – Guitarras (desde 2007).

A professora e o aluno. E assim vai a educação.

Circulou em todos os jornais e sites de notícias o caso de agressão envolvendo um aluno e uma professora, na cidade de Indaial, Estado de Santa Catarina, no Brasil.

A aberração foi tamanha que é quase insuportável ler os relatos dados pela professora e os motivos que levaram a agressão. Este link relata a sequência dos fatos, mas o que desejamos levar ao leitor são os comentários das pessoas em relação ao ocorrido.

Antes é preciso informar que a professora em suas postagens em redes sociais aprova a violência em atos contra a política nacional. Os comentários, alguns deles, se dão justamente por esta questão e por conseguinte atribuem a docente, a culpa pelo que aconteceu à ela.

Ora, se vamos compactuar com a violência apenas porque uma pessoa segue politicamente à esquerda e não esconde isso em momento algum nas suas postagens, naturalmente não se pode admitir que uma pessoa seja agredida, tanto fisicamente, como aconteceu com o aluno e muito menos psicologicamente através de comentários descabidos aprovando a ação do estudante, que de apenas quinze anos de idade, mostra o quanto o desaparelhamento educacional, a tormentosa vida de professores, que além salários baixíssimos, enfrentam a displicência dos estudantes, suas agressões e principalmente o descaso do Estado em relação a toda conjuntura educacional brasileira.

Escolas públicas hoje são redutos de pessoas tragadas por uma sociedade afundada em crises como: desemprego, falta de segurança, saúde precária, educação abaixo da média, profissionais mal remunerados e outras tantas que conseguem promover a desestabilização social.

Esses adolescentes são protegidos pelo Estado e contra eles nada se pode fazer. Com o devido respeito aos pais, aos defensores dos direitos humanos, ao Estatuto da Criança e do Adolescente: esses adolescentes são desocupados, não têm critérios, não têm perspectivas para um futuro, vivem às voltas com jogos violentos, programas de televisão inapropriados, uma sociedade individualista e omissa, além de frequentemente estarem às voltas com o uso de drogas e a mercê de traficantes, que no alto de seu poder descobriu que pode usar adolescentes para a prática de crimes, pois os mesmos não podem responder judicialmente por qualquer crime. Isto é uma vergonha.

É preciso urgentemente que as leis sejam revistas e que os legisladores possam enxergar que a inatividade e a desocupação dessa parcela adolescente da sociedade precisa começar a sentir o peso da lei, o esforço do trabalho, pois ainda na metade do século XX, adolescentes de quatorze a dezoito anos de idade, trabalhavam e faziam isso com carteira assinada. Então, hoje, em pleno século XXI, porque eles não podem trabalhar, ajudar no sustento da família e assim deixar às ruas, as babaquices televisivas e cinematográficas, afastar-se das drogas e de todos os problemas que elas causam?

E quem paga o preço por tudo isso é a professora militante da esquerda que em sala de aula ensina, leva conhecimento, pois ela e nenhum outro professor ou professora é educador, uma vez que a educação vem de casa, dos pais e a eles se deve atribuir culpa por todos os atos dos filhos. Pobres pai e mãe!

 

Você sabe mesmo o que é o sonambulismo?

O sonambulismo nada mais é do que um distúrbio que tende a aparecer durante o sono mais profundo. Este transtorno se caracteriza pela realização de atividades sem consciência plena, uma vê que a pessoa está adormecida e as funções cerebrais não estão totalmente ativas, por isso a pessoa permanece entre o sono e a vigília.

Por estarem neste estado, às pessoas tendem a não lembrarem ou terem uma vaga lembrança do que aconteceu durante a noite, como uma amnésia parcial.

De uma maneira geral, os episódios costumam ocorrer de duas a três horas depois de a pessoa adormecer e costumam durar de segundos a minutos. O episódio de sonambulismo termina quando a pessoa retorna para a cama para dormir ou acorda. A situação costuma ser recorrente na infância, dos 12 aos 13 anos, mas também pode acontecer em idosos e adultos.

Antigamente acreditava-se que os sonâmbulos não podiam ser acordados durante uma crise ou que se levassem um susto seriam curados. Nenhum dos dois fatos é verdade, os sonâmbulos podem ser acordados, mas é fato que eles despertarão confusos e sem entender o que está acontecendo. Assustá-los não trará benefícios para controlar a crise, por isso, o melhor é levá-los com calma para a cama.

O principal sintoma do distúrbio é andar dormindo, de olhos abertos e com uma expressão vazia. Nas crises a pessoa levanta e começa a realizar situações motoras do cotidiano que não necessitam da interferência do cérebro, como mudar de roupa, falar sem nexo, andar pela casa, cozinhar, etc. Como a pessoa esta semi consciente, é possível que a pessoa se machuque, caindo ou ferindo –se com instrumentos como a faca.

Casos em que o sonâmbulo sai de casa, dirige, ou caminha para fora de casa não são comuns. Porém, ao acordar a pessoa tende a acordar aturdida e até mesmo apresentar certo nível de agressividade, pois a situação acontece nas fases mais profundas do sono.

Não se sabe a causa exata do sonambulismo, o que se tem conhecimento é que ele se manifesta com maior intensidade nos homens e fatores genéticos tem grande influência. Nas crianças, a situação tende a desparecer com o passar dos anos e nos adultos os episódios se repetem e tem como causa o estresse físico e mental.

Outros possíveis fatores são: a privação do sono, depressão, ansiedade, problemas respiratórios, febre, álcool e medicamentos que interferem no sono e bexiga, além de ruídos.

O diagnóstico leva em conta o relato do pacientes e de parentes próximos, porém, são feitos exames como a polissonografia, exame que registra as ações do organismo durante o sono, além dos eletroencefalogramas.

A doença tende a desaparecer de maneira voluntária nas crianças, por isso, o tratamento só se faz presente quando as crises são frequentes e oferecem risco ao paciente. Neste caso medicamentos como o benzodiazepínicos e antidepressivos podem ser utilizados. Técnicas de relaxamento e psicoterapia também são úteis.

É necessário ressaltar que para obter informações especificas e detalhadas sobre seu caso, é necessário consultar um médico, realizar os exames e seguir a prescrição médica.