Proposta que mexe com o fundo previdenciário do servidor Municipal de São Jose (SP) gera protestos

Uma proposta da Prefeitura de São José(SP) gerou polêmica e manifestação na tarde de uma quinta-feira (05/10). Os servidores públicos municipais protestaram contra uma proposta que tem como objetivo mudar o IPSM (Instituto de Previdência do Servidor Municipal), que entrou em pauta pelos vereadores e que não havia sido votado até às 20h30min. Além do manifesto dos servidores, a proposta enfrenta uma enorme rejeição do Ministério Publico que recomendou a não aprovação.

Por volta das 18 horas do mesmo dia, diversos cartazes de reprovação e muito tumulto rodearam a galeria legislativa. A Câmara dos vereadores iniciou os trabalhos no final da tarde, mas logo depois foi fechada para discussão dos políticos. Por volta das 20 horas, ela foi reaberta e a deliberação do projeto teve inicio.

A alteração mais expressiva (que foi alvo das principais reclamações) foi à diminuição do repasse “a mais” elaborado pela prefeitura para a instituição da previdência e que garantiria um positivo resultado financeiro. Ou seja, o valor a ser pago pela aposentadoria deverá ser igual ou menor a contribuição dos atuais servidores ativos.

Atualmente ocorre um defit, o governo precisa completar uma quantidade muito alta de dinheiro, que ultrapassa o valor de 12 milhões mensais. O plano agora tem como objetivo quitar a dívida com os recursos aplicados do próprio IPSM. Além disso, dois terços da renda poderão ser usados, mas caso seja insuficiente para suprir a demanda, a prefeitura se responsabilizaria e repassaria o resto do valor.

A Prefeitura alega que essa alteração será importante para os financiamentos do Instituto de Previdência do Servidor Municipal e o texto assinado por Felício (Prefeito do filiado ao PSDB), acrescenta que essa solução é a mais cabível nesse instante de crise e que o mesmo seria o causador da estabilidade e harmonia do sistema, sem quaisquer aumentos nas despesas ou prejuízo à administração, segundo um dos trechos propostos.

Apesar de tudo a oposição afirma que se o projeto passar, ele será um grande problema para o futuro dos aposentados, podendo prejudicar ainda mais os servidores inativos.

Tecnologia também tem o seu movimento de “slow media”

Os aparelhos eletrônicos atualmente têm um papel básico na vida de muitas pessoas, o uso de suas funções sempre está disponível enquanto a bateria ainda está carregada. Existem pessoas que afirmam que seria desnecessário a desconexão, mas por outro lado existem dicas que podem ajudar a um uso mais consciente da tecnologia.

Segundo estatísticas recentes, a probabilidade de muitas pessoas não lerem um e-book se tornou alta. Apesar do uso massivo de tecnologia o consumo de livros digitais (e-books) caiu 16% enquanto a aquisição de títulos impressos teve um aumento de 3,3% pelo terceiro ano consecutivo. Na China, o mercado de livros digitais ainda se mantém estável, enquanto isso na Inglaterra o comércio de e-books teve uma redução de 4% ao mesmo tempo que publicações em papel tiveram um aumento de 7%.

Com uma análise baseada nesses números, Stephen Lotinga, presidente da associação de editores do Reino Unido, constatou que atualmente existe um momento de fadiga das telas, o que causaria a troca da leitura em meios eletrônicos pelo tradicional papel. Partindo dos resultados que demonstram uma diminuição do consumo digital de livros, pode-se observar um movimento que é chamado de “slow media”, que pretende trazer mais qualidade no consumo da tecnologia virtual. Segundo dois jornalistas alemães que publicaram sobre o assunto, a tendência que existe é uma melhor escolha no uso do meio virtual, e uma maior preparação de conteúdo de uma maneira mais focada no que o usuário pretende consumir. Da mesma maneira que existiu a tentativa de trazer novamente os discos em vinil ou a fita cassete em um cenário musical predominantemente digital, a leitura pelo meio físico pode se inspirar nesse movimento.

O jovem americano Tristan Harris, ficou famoso por sua intenção de tornar o consumo da internet mais saudável dando apoio ao chamado “slow media”. Após sair de seu emprego no Google o seu objetivo se tornou suscitar uma conscientização que visa “ajudar as pessoas a libertar suas mentes do sequestro promovido pela tecnologia”. Em seu trabalho, Harris tem o objetivo de estimular as empresas a criarem produtos que considerem o livre-arbítrio de seus usuários.

 

Saiba a razão de José Auriemo Neto ser um dos principais nomes da incorporação no país

José Auriemo Neto é natural da capital de São Paulo, e com apenas 27 anos de idade assumiu a presidência da companhia da família, a incorporadora JHSF, que é uma das principais do país nesse ramo. A partir de então, o executivo precisou se estabelecer nesse mercado, demonstrando que possuía a experiência necessária para administrar um cargo dessa importância.

Durante a sua adolescência, José Auriemo Neto adquiriu uma vasta visão de mundo ao participar de atividades como a Convivência Internacional de Jovens, realizada no Japão, e também ao jogar futebol na Noruega a nível amador. Tudo isso tornou o jovem Zeco, como é chamado pelos amigos, mais maduro e responsável desde muito cedo.

No momento de entrar para a universidade, Zeco escolheu pelo curso de Engenharia, passando para estudar na Faap (Faculdade de Engenharia de São Paulo). Contudo, no quarto ano da faculdade, ele percebeu que não queria seguir esse rumo e apostou na carreira de empresário, auxiliando o pai, Fábio Auriemo, na administração da empresa da família, a incorporadora JHSF.

A partir do momento em que a JHSF passou a focar no mercado da incorporação, a empresa se desenvolveu de forma mais consistente e rápida, entrando para o seleto grupo das principais dessa área no Brasil. Nos dias de hoje, a corporação possui negócios em várias cidades, incluindo Salvador, São Paulo, e até mesmo em Punta Del Este, no exterior. Entre os projetos da empresa, estão prédios comerciais para locação, condomínios de veraneio voltados para a alta renda e centros de compras, como o Shopping Metrô Santa Cruz, situado na cidade de São Paulo.

Com o empresário José Auriemo Neto na presidência, a empresa investiu ainda mais no ramo da incorporação de luxo, um mercado com grande potencial de ser explorado no país durante os anos 2000. Nesse setor, a JHSF viabilizou a construção do Parque Cidade Jardim, um complexo imobiliário de alta renda localizado na Marginal Pinheiros, região da Grande São Paulo que muitos analistas de mercado classificaram como imprópria para sediar um complexo dessa magnitude.

Mesmo sabendo dos riscos, José Auriemo Neto insistiu na compra do terreno em que o complexo foi construído, o qual contém uma área de mais de 80 mil metros quadrados. Sendo assim, por vários anos a JHSF se dedicou ao projeto desse imenso complexo imobiliário de luxo, o qual veio a se tornar um dos mais importantes do Brasil. Após ser finalizado, o Parque Cidade Jardim foi composto por um imenso shopping center, nove prédios residenciais, quatro torres comerciais, academias, restaurantes e uma sede da rede de hotéis de luxo Fasano.

Ao mesmo tempo em que construiu sua carreira de sucesso, José Auriemo Neto também prosperou no aspecto pessoal, pois possui um ótimo casamento com Mariana Landmann Auriemo, e juntos os dois são pais de Antônio e Olivia. Apesar da rotina atarefada, o executivo sempre tenta passar o seu tempo livre com a família, e também gosta de dedicar algum tempo ao golfe, esporte que Zeco começou a praticar depois de adulto.

 

Rio colorido na Colômbia desponta como ponto turístico no sul do país

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O rio Caño Cristales, também conhecido como o “rio de cinco cores”, voltou a ser um ponto turístico popular na Colômbia após o término do conflito com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).  Por décadas, a cidade em que se encontra o rio, La Macarena, foi dominada pelo grupo, o que reduziu drasticamente o turismo na região.

Límpidas e cristalinas, as águas do Caño Cristales refletem várias cores como vermelho, amarelo, azul, violeta e cor-de-rosa, fenômeno esse que se intensifica ainda mais com o brilho do sol. De acordo com os especialistas, isso acontece devido a um tipo de alga que existe no rio, a Macarenia clavigera, que são raríssimas e só habitam essa região do mundo.

Localizado dentro do Parque Nacional Natural Serranía de La Macarena, esse fenômeno de cores do rio Caño Cristales ocorre entre os meses de maio e novembro, que é durante a época das chuvas na Colômbia.

Desde que a região deixou de pertencer as Farc e as Forças Armadas da Colômbia recuperaram o domínio local, o Caño Cristales tem se destacado como um dos pontos turísticos mais importantes do sul da Colômbia. De acordo com o jornal El País, no ano de 2016, cerca de 15 mil turistas visitaram o rio, e nos primeiros meses de 2017, 8 mil viajantes já haviam passado pelo local, sendo que destes, 19% eram estrangeiros. Em comparação, no ano de 2010, somente 1.500 turistas visitaram o local.

Para os moradores da cidade de La Macarena, o crescente interesse dos turistas pelo local é motivo de comemoração, tendo em vista que o turismo tem potencial de gerar novas fontes de renda e trabalho por toda a região.

Porém, apesar da paz assinada entre o governo central da Colômbia e as Farc, ainda existe uma forte presença militar nessa região do país. Ainda segundo o jornal El País, soldados armados fiscalizam os arredores do rio Caño Cristales para impedir que outro grupo de guerrilheiros se instale no local, pois o potencial do rio, que é considerado como um dos mais belos do mundo, se tornou alvo de interesse de grupos rebeldes.

 

A cidade maravilhosa do Rio de Janeiro

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Quem no mundo já não ouviu falar do Rio de Janeiro, de suas praias maravilhosas, do carnaval, do futebol, do povo hospitaleiro e carismático. Quem já não viu o Cristo Redentor de braços abertos como se estivesse abraçando uma maravilha encrustada na orla do Atlântico.

Fuzis, policiais, bandidos, drogas, balas perdidas, crianças sem aulas, povo amedrontado e morte. Quem já não ouviu falar do Rio de Janeiro, cidade sem alma e sem lei. Lugar soturno marginalizada por traficantes e asseclas. Casas empilhadas em cima de outras casas de vielas estreitas e soturnas. Quem já não ouviu falar do Rio de Janeiro onde crianças morrem dentro das escolas vitimadas por balas perdidas vindas dos morros vizinhos ou de famílias atordoadas e órfãs de qualquer segurança. Quem já não ouviu falar do Rio de Janeiro sob o escopo das tramoias e malandragem de políticos ou da insignificância para com seu povo.

A guerra não ultrapassou fronteiras, ela é interna. O inimigo não é outro país ele é interno fortemente armado, dissimulado e sem medo. O inimigo fortaleceu-se com a fraqueza do ser humano. Se fortaleceu com as únicas armas com as quais se poderia fortalecer: violência e drogas. O inimigo, a maioria deles, nasceu e cresceu marginalizado, oprimido pela sociedade elitista. Surgiu entre os menos favorecidos que foram expulsos dos bairros nobres e se instalaram nos morros que envolvem a cidade maravilhosa. Sem oportunidades viu no crime a forma de subsistir e ter poder. Tornou-se implacável, impiedoso e livre de qualquer pudor ou amor pelo próximo.

O inimigo nasceu e se fortaleceu da fraqueza da elite, daqueles que sobem os morros ou encomendam os produtos oferecidos pelos criminosos. O inimigo se fortaleceu pela omissão do próprio Estado em relação a ele e agora esse Estado não consegue conter a escalada de violência e de mortes que assola a cidade maravilhosa do Rio de Janeiro. O socorro veio das Forças Armadas e milhares de soldados, aparatos militares pintaram de verde o colorido das maravilhas que a cidade possui.

Quem já não ouviu falar do Rio de Janeiro. Do Maracanã, do Fla X Flu, do carnaval, da Rocinha, do Alemão, da bola que rola, das balas que voam, do samba que alegra e da morte que faz chorar.

Quem já não ouviu falar da cidade maravilhosa do Rio de Janeiro?

 

Relembre a história de Andre Matos, os irmãos Passarell e Cassio Audi – O Viper

Vizinhos de bairro os jovens André Matos (vocal), Yves Passarell e Felipe Machado (guitarras) Pit Passarell (baixo), e Cassio Audi (Bateria) pouco sabiam o que estava por vir ao montar sua primeira banda garagem, o Viper. Tempos depois seu trabalho seria reconhecido em vários lugares do mundo.

Início

Os garotos escutavam Queen e Led Zepellin e passaram para influências mais pesadas como o Iron Maiden e Judas Priest. Elas foram determinantes para os jovens que começaram a tocar covers de suas bandas favoritas, porém foram suas composições próprias que chamaram a atenção.

Apelidados de Menudo do Metal e Iron Maiden brasileira, Andre Matos, Cassio Audi e companhia começaram sua trajetória em 1985 em São Paulo na icônica Galeria do Rock. Participaram do Projeto SP Metal, inicialmente como banda de abertura e em seguida como atração principal. A iniciativa de Luiz Calanca, produtor e proprietário de uma loja de discos, foi o pontapé inicial do Viper.

Primeiras gravações

Pouco depois gravaram a primeira demo “Kilera Sword”. Era um trabalho pesado e com boa qualidade técnica. Em 1987 gravaram o primeiro álbum, o “Soldiers of Sunrise” e foi o estopim para que o grupo se tornasse conhecido por toda a cena do metal de São Paulo e Brasil, alçando também mercados na Europa e Ásia. Neste mesmo ano, Cassio Audi deixa a banda.

O segundo álbum, o Theatre of Fate, foi lançado em 1989 já com o tecladista Junior Andrade. O Viper trouxe um som diferente de suas raízes, que tinha uma pegada mais heavy metal, para um trabalho com uma sonoridade mais melódica. Essa mudança, juntamente com a necessidade de tempo para dedicar-se aos estudos resultou na saída de Andre Matos.

Nesse período Pit Passarell assumiu os vocais e Valder Santos a bateria, seguido de Guilherme Martins. Pouco depois Andre Mattos montou o Angra e Cassio Audi deu seguimento aos estudos.

O Viper seguiu gravando discos, fazendo shows pelo Brasil e o mundo. Em 1992 o grupo lança o disco Evolution, gravado pelo novo baterista Renato Graccia, que já havia participado da turnê do “Theatre of Fate”. Em 1993 veio a turnê japonesa e a gravação do primeiro álbum ao vivo, o “Maniacs in Japan”.

No ano seguinte o Viper entra novamente em estúdio para gravar o Coma Rage. O material foi bem aceito pelo público, apesar de uma roupagem mais voltada para o hardcore com traços de heavy metal.

Nova reunião

O último álbum dessa fase, o “Tem Para Todo Mundo” de 1996, não agradou ao público. Na ocasião, a gravadora faliu e a banda pausou as atividades até 2007 quando gravou o “All My life” com Ricardo Bocci (vocal), Pit Passarell (baixo), Felipe Machado e Val Santos (guitarra), e Renato Gracia.

Em 2012 uma nova reunião com a formação original, exceto pela ausência de Cassio Audi na bateria. Em seu lugar Guilherme Martin assumiu a bateria. Yves Passarell participou como participação especial já que é guitarrista do Capital Inicial.

A reunião ainda rendeu a gravação do DVD 20 Years Living for the Night.

Em meio a evidências flagrantes, deputado diz que a saúde em Santa Cantarina ‘não é um caos’

A NSC TV divulgou nessa quarta (20), uma conversa com o Vicente Cardoso, que é Secretario da Saúde, que diz não considerar que a condição hospitalar do estado catarinense esteja caótica, como todos afirmam. Mas ele confirmou a existência de algumas deficiências. A conversa aconteceu antes de começar a audiência na Assembleia Legislativa, cujo proposito era debater as dívidas da saúde.

Em 2016, no mês de Junho, de acordo com o TCE, a dívida já ultrapassava R$199 milhões, após 1 ano, a divida bateu a marca dos R$ 500 milhões. Em uma entrevista que ocorreu no em meados de setembro de 2017, Vicente Cardoso alegou que essa divida provavelmente era mais alta.

O Vicente Cardoso explicou que ocorreu um aumento de demanda no SUS. Muitas pessoas pararam de se atender no particular para solicitar atendimento no serviço público. Essa demanda extra fez o rombo da divida aumentar.

O secretario, apesar de analisar os problemas apresentados, não classifica os problemas da saúde num nível caótico. Ele disse que apesar dessa enorme divida, a maioria dos serviços estão funcionando, mesmo que alguns estejam sobrecarregados. Segundo ele, existe um caso ou outro de problema de demanda, que já esta sendo solucionado. No entanto, que não da pra considerar que conjunto todo esteja um caos. Ele explicou que recentemente fez uma reunião com todos os secretários de hospitais e ficou a par da real situação.

O secretário ainda falou sobre os problemas enfrentados com a falta de pessoal: “Complica um pouco pelo alto grau de absenteísmo que tem na rede pública dos hospitais de Santa Catarina. Chegam a 5%, 6%. Em alguns hospitais, pasmem, tem um pouco mais que isso. Isso desorganiza a questão de escalas de serviço e trabalho e a produção dos hospitais. Nós promovemos aí um processo seletivo para absorver mais 578 pessoas. Infelizmente, as pessoas que participaram deste certame acabaram não obtendo a nota mínima, o que é uma tragédia, mas os que foram aprovados serão rapidamente incorporados ao nosso trabalho diretamente nas áreas onde mais tem necessidade”.

 

Extinção do horário de verão é estudada pelo governo federal

A adoção ou extinção do horário de verão nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste está sendo estudada pelo governo federal, afirma a Casa Civil da Presidência da República.

Em nota, a Casa informou que o tema é de competência do Ministério de Minas e Energia que informou que não há prazo formal para que a decisão seja tomada.

Essa reavaliação tem como base, recentes estudos do ministério que apontaram que nos últimos anos houve efetividade decrescente do horário de verão. O relatório mostrou que o perfil de consumo de energia elétrica mudou e a mudança do horário economiza menos energia.

A previsão da entrada do horário de verão é no dia 15 de outubro de 2017 a 18 de fevereiro de 2018 e abrange 10 estados e o Distrito Federal, e nessas regiões o relógio é adiantado em uma hora.

No Brasil, o horário de verão está presente desde 1931 com alguns intervalos e na última década, o governo possibilita uma redução de 4% na demanda da energia nesses períodos, com uma economia de 0,5% nos horários de maior consumo.

Apesar de parecerem pequenos, os números equivalem a uma economia total do horário de verão no consumo mensal de energia de 2,8 milhões de habitantes em Brasília. A economia de energia também reforça o sistema e diminui a necessidade de uso das termelétricas que são mais caras e mais poluentes.

Nos últimos 10 anos o governo justifica a adoção do horário de verão para uma diminuição da sobrecarga nas linhas de transmissão em horários de pico que é entre as 18 horas e 19 horas. No período do horário de verão, os estados afetados, nesse intervalo o dia ainda está claro e diminui o número das lâmpadas acesas nas residências.

Além da economia nas casas, a iluminação pública é acesa mais tarde, não coincidindo com o horário de consumo das indústrias e comércios. Em 2016 o horário de verão foi de outubro a fevereiro de 2017 e gerou uma economia de 147,5 milhões ao país.

Os estados a aderirem o horário de verão são: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo, além do DF.

A presidente do Chile cria uma reserva marinha na Ilha de Páscoa

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Foi criado recentemente por Michelle Bachelet, a presidente do Chile, uma reserva marinha em torno da distante Ilha de Páscoa, com cerca de 740.000 quilômetros quadrados, que tem por objetivo proteger as diversas espécies, que não são encontradas em nenhuma outra parte do mundo.

Depois de mais de cinco anos de um grande empenho por parte de organizações ambientais, e também do povo Rapa Nui que habita a  Ilha de Páscoa,  esse movimento consegue o seu objetivo. A ilha é conhecida por ser muito isolada e por possuir misteriosas estátuas de pedras, conhecidas como Moai. A pesca comercial e a mineração subaquática vão ficar limitadas com a criação da Área Marinha Protegida Rapa Nui Rahui, mas os pescadores locais vão poder continuar com os seus barcos, para que possam realizar as suas pescas artesanais.

Marcelo Mena, ministro do Meio Ambiente do Chile, declarou em nota que a opinião pública leva a uma política melhor, fazendo uma maior integração com o povo local, e que os Rapa Nui serão ouvidos. Uma votação foi feita, visando aprovar a área da reserva marinha que seria protegida, e decidir quais seriam as limitações extrativas, para aqueles que são habituais para o povo local.

Depois de um lobby feito pelos habitantes em 2015, a presidente do Chile Michelle Bachelet, prometeu pela primeira vez, promover a criação da reserva marinha. A Ilha de Páscoa está localizada a cerca de 3.800 quilômetros a oeste de Santiago, e 73% dos eleitores locais, decidiram pela aprovação da reserva.

A população da ilha se manifestou contrária tanto pela pesca industrial, quanto pela mineração subaquática. O povo Rapa Nui deseja conservar as suas tradições, continuando com a pesca artesanal, foi o que declarou o líder de um grupo Rapa Nui a favor da reserva, Ludovic Burns Tuki.

Segundo pesquisadores de organizações ambientais, que defendem a criação da reserva, essa determinação poderá fazer com que diversas espécies ameaçadas pelo mundo inteiro, possam ser protegidas de extinção, como por exemplo o tubarão de martelo. Existem pelo menos 142 espécies de peixes dentro da área da reserva marinha, que não são encontrados em nenhuma parte do planeta.