Pesquisador alerta sobre os perigos no consumo de substâncias tóxicas

O INCA, Instituto Nacional do Câncer, alertou há pouco tempo sobre os ricos que os consumidores brasileiros são afligidos pelo alto consumo de agrotóxicos em sua alimentação. No entanto, o país ao invés de seguir a tendência mundial, que é diminuir aos poucos a utilização dessas substâncias, o Brasil esta mantendo o mesmo comportamento de usar substancias toxicas nos alimentos e no meio ambiente.

Leonardo Hisashi, endocrinologista, deu uma palestra sobre esse assunto em Londrina, Paraná. Ele alertou sobre a existência de várias substâncias que fazem muito mal a saúde, como plásticos, conservantes, produtos de combustão e vários outros. Ele explicou que as pessoas são expostas de diversas formas diferentes, como no alimento, o ar, a agua, e até mesmo através do contato com a pele. Ele menciona que existem muitos produtos com grande poder tóxico que a maioria das pessoas usa sem ter ciência do perigo.

Um exemplo dado pelo especialista foi os recipientes de plástico que são usados para armazenar alimentos, e que são submetidos a constantes resfriamentos e congelamentos. Ele explica que esses objetos possuem BPA e ftalatos, que são liberados nesses processos de mudança abrupta de temperatura do plástico e contaminam os alimentos no recipiente. Ele informou que o ideal é sempre usar recipientes de vidro para armazenar comida.

Leonardo ressaltou que o metabolismo do corpo pode ser alterado com o consumo desses alimentos contaminados, que cada pessoa possui predisposição para adquirir alguma doença, e essas substâncias tóxicas podem deflagra-las no organismo. Ele mencionou como exemplo: Câncer, obesidade, problemas cardíacos, dentre outras.

Segundo ele, até mesmo o arroz, que é um dos alimentos mais presentes no dia a dia dos brasileiros possui Arsênico, um metal pesado;

O endocrinologista ainda destacou sobre os problemas de saúde que as gestantes podem gerar para os seus filhos, ainda na barriga. Ele disse que muitas crianças já nascem predispostas a vários problemas por que a mãe estava contaminada com essa toxidade na gravidez. As Mulheres que planejam engravidar, ou que já estiverem gravidas, precisam prestar muita atenção no que consomem, como os alimentos ou outros tipos de produtos como cremes e repelentes.

 

Relembre a fase de ouro do Viper com os músicos Andre Matos e Cassio Audi

 

A Banda Viper foi uma das pioneiras no metal brasileiro, conhecida por produzir um som autoral que muito se assemelhava a bandas clássicas como o Blind Guardian, Stratovarius e Helloween. A banda fez grande sucesso nas décadas de 80 e 90. Conheça um pouco da fase de ouro do Viper.

O início

Riffs rápidos, a bateria pesada de Cassio Audi, o baixo de Pit Passarell que fazia muito mais do que só tapar os buracos das guitarras de Felipe Machado e Yves Passarell, e o vocal agressivo de André Matos marcaram os primeiros materiais da banda.

Formado em 1985, o Viper iniciou na garagem dos garotos que tinha a vontade de conquistar o mundo e assim o fizeram. Seus primeiros passos, assim como muitas outras começou pequena no Projeto SP Metal, uma iniciativa de Luiz Calanca, produtor de eventos e proprietário de uma loja para compra e venda de discos usados na Galeria do Rock em são Paulo.

Principais discos da primeira fase

Alanca promovia shows para bandas que estavam tentando mostrar o seu trabalho e a partir daí surgiu a oportunidade dos garotos gravarem a demo The Killera Sword. Nesse período Cassio Audi ainda ocupava a bateria do grupo. Com o reconhecimento veio o Soldiers of Sunrise, o que deu a eles o status de iron Maiden brasileiro.

Pouco depois, em 1987, veio o álbum Theatre of Fate, mas a formação já não era a mesma. Saíram Andre Matos e Cassio Audi. Pit Passarell assumiu os vocais e Guillher Martim a bateria. A saída dos dois e a entrada do tecladista Junior Andrade proporcionou uma sonoridade mais melódica ao invés do heavy metal tradicional.

Em seguida veio o Evolution, álbum em que a banda retornou com a pegada mais pesada e madura, voltada para o heavy/ trash metal. O baterista desta vez foi Renato Graccia, que participou da tour Theatre of Fate. É considerado, ao lado do Soldiers of Sunrise, um dos melhores álbuns do Viper.

Nessa época o grupo chegou ao seu auge, participando de festivais, turnês nacionais e internacionais, abrindo shows para bandas grandes como Motorhead entre outros feitos que só passavam pela imaginação dos jovens. Eles também lançaram seu primeiro álbum ao vivo, o Maniacs in japan, gravado durante a turnê japonesa.

A viagem ao Japão influenciou um som mais voltado para o hardcore no álbum Coma Rage, que seguiu uma linha semelhante ao Evolution. Ele também foi bem recebido pelo público apesar de não ser o mesmo material produzido na época em que Andre Matos e Cassio Audi faziam parte da banda, em seus primórdios.

O último álbum lançado nessa fase foi “Tem Pra Todo Mundo”, o qual o viper tentou se aproximar mais do público brasileiro com músicas em português. A ideia não deu muito certo e os fãs desaprovaram muito. Juntamente com a falência da Castle (gravadora), a banda interrompeu as atividades voltando a se encontrar mais tarde, com outra formação.

Formação original

Vocal – Andre Matos

Bateria – Cassio Audi

Guitarras – Yves Passarell e Felipe Machado

Baixo – Pit Passarell

Três destinos catarinenses estão entre as dez cidades mais visitadas por estrangeiros do país

O estado brasileiro de Santa Catarina, está ganhando cada vez mais reconhecimento nacional e estrangeiro. De acordo com uma pesquisa revelada pelo Ministério de Turismo e feita pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), três municípios do estado estão entre os locais mais visitados por aqueles que procuram destinos com opções de divertimentos.

Entre os turistas estrangeiros,  a cidade de Florianópolis  ficou em segundo lugar na preferência deles, entre todos os outros destinos brasileiros, perdendo somente para a cidade do Rio de Janeiro. Na relação das dez cidades mais visitadas do Brasil, a cidade catarinense de Bombinhas ficou na sexta colocação e Balneário Camboriú chegou na oitava posição.

A pesquisa também mostrou que dos 5,8 milhões de turistas estrangeiros, quase 19% escolheram Santa Catarina como destino, o que corresponde a mais de um milhão de visitantes. Segundo Vinicius Lummertz, que é secretário nacional do Ministério do Turismo, isso se explica devido à posição geográfica do estado ser favorável, e as excelentes estruturas turísticas do estado, fazendo com que Florianópolis fique na frente de outras capitais como Recife, Belo Horizonte e Salvador.

Lummertz ainda declarou, que mesmo com essa boa colocação nacional, ainda é preciso melhorar as condições turísticas do estado, melhorando a infraestrutura marítima, para que mais transatlânticos possam visitar o estado, melhorar a estrutura atual e utilizar melhor os recursos, para que novos parques naturais sejam criados.

O secretário nacional disse ainda que no estado, o estímulo do turismo ambiental e histórico é ainda pequeno, devido à falta de aproximação entre os órgãos responsáveis desses setores. É necessário que eles possam criar parcerias entre as unidades ambientais e históricas, com o setor turístico.

O estudo também mostrou que o fato da Argentina ficar bem próxima do estado, faz com que o número de turistas estrangeiros em Santa Catarina, apresente números mais elevados, já que o país vizinho é o responsável pelo maior número de turistas estrangeiros no Brasil. Anualmente o país recebe cerca de mais de 1,7 milhão de turistas argentinos, quantidade que corresponde três vezes mais do que a quantidade recebida de visitantes americanos, que estão em segundo lugar atrás somente do número de argentinos que visitam o país.

 

EUA revelam milhares de documentos sobre a morte do presidente Kennedy

Resultado de imagem para sobre a morte do presidente Kennedy

Recentemente, o governo dos Estados Unidos tornou público quase três mil documentos sigilosos acerca do assassinato do presidente John F. Kennedy, que ocorreu em 1963. Os documentos foram divulgados através do site dos Arquivos Nacionais, e de acordo com o governo, permaneceram em sigilo durante tanto tempo por motivos de segurança.

Contudo, os especialistas estavam esperando que fossem divulgados cerca de 3.100 documentos, e apenas 2.891 foram revelados até o momento. Segundo um comunicado feito pelo setor responsável por administrar os Arquivos Nacionais, o restante dos documentos ficarão retidos temporariamente devido a uma solicitação das agências de inteligência do país.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, destacou que setores ligados a inteligência nacional solicitaram que certas informações não fossem divulgadas por enquanto, por questões de segurança legal e estratégias de política externa do país.

De acordo com fontes do governo, os setores de segurança e inteligência que fizeram essa solicitação, entre eles o FBI e a CIA, terão um prazo de seis meses para justificar o motivo pelo qual esses documentos devem permanecer em sigilo. Apesar de não ser possível prever o que consta nesses arquivos retidos, os especialistas acreditam que seja um conteúdo sensível e capaz de trazer novos fatos ao caso.

O assassinato de John F. Kennedy, o 35º presidente dos Estados Unidos, foi investigado pela Comissão Warren, e concluiu que o responsável pelo tiro disparado contra o chefe de Estado foi o franco-atirador Lee Harvey Oswald. Porém, desde então, muito se especulou sobre as motivações por trás do assassinato, e diversos estudiosos do caso acreditam que pode ter existido a participação de nações rivais dos Estados Unidos na época, como a União Soviética e Cuba.

Diversos filmes, livros e documentários foram feitos sobre o tema, os quais exploram inclusive  possibilidades mais surpreendentes,  como um possível envolvimento da máfia e até mesmo a participação do então vice-presidente, Lyndon B. Johnson.

Esses documentos foram divulgados devido a uma lei de 1992 do Congresso dos Estados Unidos, na qual foi determinado que todos os registros sobre o caso que estavam sendo mantidos em sigilo deveriam ser divulgados ao público em até 25 anos.

 

Duas professoras não desistem da criação de um emoji de capivara

Os emojis são aquelas carinhas dos aplicativos de mensagens que todo mundo conhece. Inofensivos e engraçados ninguém pensa como é burocrático o processo para a criação de um. Sem ter tanta noção dos métodos e passos necessários para isso, duas inocentes professoras decidiram criar um emoji de capivara e descobriram que as brincadeiras e a alegria por trás das mensagens com desenhos carismáticos têm um padrão rigoroso e exigente, que vai além de uma carinha bonita disponível no celular. O mundo repleto de exigências para a autorização da publicação de emojis então deu as boas vindas às professoras Anna Levin e Nathalia de Mello, que só queriam uma capivara em suas mensagens descontraídas.

Nas redes sociais eles trazem a alegria da galera e nos smartphones são os queridinhos das conversas. Os emojis passaram a fazer parte das mensagens quando a Apple os utilizou no teclado do iPhone em 2011.

Muito antes do iPhone, os emojis já tinham uma vida própria desde a sua criação no Japão em 1990. Eles cresceram e se multiplicaram. Hoje são mais de dois mil símbolos para melhor se adequar à linguagem virtual dos usuários. Catalogados pelo Unicode Consortium, empresa responsável por colocar a ordem na casa e padronizar os caracteres digitais.

Nas opções disponíveis que existem na lista de emojis faltou um símbolo que incomodou as duas professoras em especial: a capivara. A partir de então começou a saga da professora Anna Levi que leciona na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, e Nathalia de Mello, professora do Ensino Fundamental de um colégio particular. As duas estão determinadas para submeter ao Unicode um pedido formal para a criação do emoji de capivara.

Para elas que se conheceram praticando remo esportivo na Raia Olímpica da USP, o animal tem a importância necessária para não ficar de fora dos símbolos. No dia em que perceberam que não havia um desenho da capivara no WhatsApp, não deixaram a exclusão por menos e foram se informar melhor sobre o assunto.

Depois de alguns e-mails enviados para o WhatsApp, descobriram que o emoji deveria ser aprovado pelo Unicode, para isso foi necessário uma pesquisa que envolveu o Google Trends, justificar a importância da figura, detalhar os grupos sociais de interesse do emoji e finalmente uma imagem carismática do animal. Depois de 1 ano da pesquisa completa a imagem foi concluída, mas como o prazo de envio desse ano expirou, todo mundo saberá em 2019, se a capivara será a novata entre os seus colegas ou não.

 

Felipe Montoro Jens reporta sobre o projeto de concessão do Complexo do Ibirapuera

Nove empresas receberam a autorização do Governo do Estado de São Paulo para fazer um estudo que analise a viabilização de uma possível concessão do Conjunto Desportivo Constâncio Vaz Guimarães, mais conhecido como Complexo do Ginásio do Ibirapuera, situado na capital de São Paulo, informa Felipe Montoro Jens, especialista em Projetos de Infraestrutura. O chamado público para a iniciativa privada que tem interesse em administrar o local foi realizado pelo governo no final do mês de julho.

O intuito da iniciativa é criar, com o apoio do setor privado, um complexo esportivo-cultural multiuso moderno e tecnológico. A estrutura do local inclui o ginásio do Ibirapuera, o ginásio Mauro Pinheiro, o conjunto aquático Caio Pompeu de Toledo, o estádio Ícaro de Castro Melo e ainda o Palácio do Judô, reporta Felipe Montoro Jens. O prazo para a concessão deverá ser de até 30 anos e o investimento necessário para a modernização do Complexo do Ibirapuera alcançará o montante de aproximadamente R$ 225 milhões.

Entre as nove empresas autorizadas para a avaliação do projeto, noticia Felipe Montoro Jens, através do Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI), estão as seguintes corporações: 1) T4F Entretenimento S.A.; 2) Unyco Marketing Esportivo Ltda.; 3) GL Events Centro de Convenções S.A. 4) Capital Live Gerenciadora de Eventos Ltda.; 5) Arena Assessoria de Projetos Ltda.; 6) DC SET Shows e Entretenimento Ltda.; 7) Consórcio Pyau Ibirapuera; 8) ESM Participações e Consultoria Ltda.; 9) AEG Administração de Estádios do Sudeste Ltda.

O Complexo do Ginásio do Ibirapuera ocupa uma área de cerca de 100 mil metros quadrados, dos quais 26 mil metros quadrados são de áreas ocupadas e 44 mil metros quadrados são de áreas construídas, que formam um estádio, dois ginásios poliesportivos, um palácio de judô e um conjunto aquático. Entre essas construções, o Governo do Estado já estabeleceu que alguns deles deverão ser demolidos para dar lugar a construção de novos complexos, informa o especialista em Projetos de Infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

Em fevereiro de 2017, o governo falou publicamente sobre como a precariedade dos espaços que compõe o Complexo do Ibirapuera estavam prejudicando a realização de eventos de grande porte no local. Entre as áreas em pior condição, estão a pista de atletismo que fica no estádio Ícaro de Castro Melo, a qual tem funcionado apenas para treinos, e a piscina olímpica do Ibirapuera, que apesar de ter sido reformada no ano de 2013, possui descolamentos nos azulejos há mais de dois anos. Desde o início do ano, a piscina foi esvaziada para o seu conserto, e segundo os administradores do local, o erro foi da empresa responsável pela obra, que se comprometeu a refazê-la sem qualquer custo adicional.

Os estudos que obtiverem a aprovação do governo e forem utilizados no complexo receberão um ressarcimento cujo teto máximo é de até R$ 750 mil. Além disso, as empresas que tiveram autorização para desenvolver esse conjunto de estudos de viabilidade devem realizá-lo até o prazo máximo de 17 de outubro, ressalta o especialista Felipe Montoro Jens

Você tem estrias? Então saiba como tratá-las agora!

Estrias são comuns em inúmeras pessoas, e normalmente causam um incomodo em relação ao estética, mas poucas pessoas sabem o que é e por qual motivo surgem, aspectos necessários para conseguir tratá-las da melhor maneira.

Estrias nada mais são do que cicatrizes que surgem quando as fibras elásticas e colágenas na pele são destruídas por um estiramento da pele. Quando a derme e a epiderme diminuem surgem as linhas tão conhecidas como estrias, que podem arder e coçar, mas sem apresentar outras coisas além de seu surgimento.

Embora as pessoas não saibam, existem dois tipos de estrias, as estrias recentes e as antigas que se diferenciam principalmente no aspecto físico. As recentes costumam ter uma aparência rosada e ou púrpura, além de coçarem e apresentarem processo inflamatório na região e as antigas com o passar do tempo costumam ficar cada vez mais esbranquiçadas e sem inflamação envolvida, já que já aconteceu uma atrofia das fibras.

As estrias aparecem de maneira corriqueira quando há um estiramento da pele por um aumento corpóreo como, por exemplo, em uma gestação, ganho excessivo de peso, uso de próteses mamárias, uso de anabolizantes, além de fatores hormonais que também causam uma grande diferença.

Em mulheres é comum que as linhas apareçam nas coxas, nos glúteos, no abdômen e nos seios. Já nos homens é comum que elas apareçam nos ombros, nos braços e nas costas. Musculação e o ganho de peso abrupto também podem ser fatores excessivos para o aparecimento das estrias.

O diagnóstico é feito de uma maneira mais visual, mas caso o médico ache que as estrias estão asociadas a alguma doença é capaz que o mesmo solicite exames para ter certeza da origem e assim realizar um tratamento adequado.

O tratamento será realizado de acordo com a fase em que a estria está, e os tratamentos vão desde cremes, ácido retinóico, laser, peeling, microdermoabrasão e subcisão.

Antes de começar qualquer tratamento é necessário consultar um médico, para que o mesmo indique o tratamento adequado para cada tipo de pele e para cada estágio de estria.

 

Pesquisa mostra que o horário de verão aumenta o numero de mortes por infarto

Sempre existiu uma grande discursão sobre os efeitos que o horário de verão causa ao corpo das pessoas, apesar da mídia todo ano veicular que a alteração de 1 hora na rotina diária pouca influência na saúde dos cidadãos, de acordo com um estudo isso pode estar errado.

Uma pesquisa esta provando que a alteração de 1 hora na rotina das pessoas acarreta crescimento na quantidade de problemas cardíacos e aumento nas internações causadas por diabetes. Os cientistas explicam a relação dessas ocorrências com o horário de verão, ao mostrar estatísticas do período subsequente à mudança.

Ela foi realizada pelo docente da universidade do Mato Grosso, UNEMAT, Weily Machado, que junto com outros pesquisadores publicou o trabalho no jornal Economic Letters. O artigo consiste em analisar as informações cedidas pelo Ministério da Saúde por onde conseguiram verificar que logo no início do horário de verão acontece um aumento de óbitos por problemas cardíacos. Nesse trabalho, que foi tese de doutorado, os autores ainda analisam outras evidências maléficas causadas pela mudança no horário.

Weily explicou que a principio ele pretendia mostrar o que mudava no dia a dia do brasileiro com o horário de verão. As suas pesquisas o levaram num artigo publicado num jornal inglês que noticiava como os infartos aumentavam com o horário de verão.

Diante dessa informação, ele resolveu descobrir se o mesmo acontecia no Brasil. Ao analisar dados de 4 anos fornecidos pelo Ministério da Saúde, ele concluiu que esse padrão também ocorria em solo brasileiro. Ele comparou a quantidade de ocorrência de mortes por problemas cardíacos uma quinzena antes e uma quinzena depois do inicio do horário de verão, e se assustou. Ele calculou que nos locais onde a alteração do horário funciona, ocorreu um aumento de 7% a 8,5% das incidências de infarto, exceto no Nordeste e no Norte.

De acordo com Fausto Stauffe, diretor da Sociedade Brasileira de Cardiologia, isso ocorre por causa da alteração do relógio biológico. Ele explicou que com o horário de verão, a pessoas ficam com uma defasagem de sono na primeira semana, e alguns demoram mais a se adaptar, e essa redução ou ate mesmo privação pode ocasionar a liberação de mais hormônios adenergéticos que acarretam espasmos nas artérias do coração;

 

Executivo Luiz Carlos Trabuco Cappi fala sobre a mudança na presidência do Bradesco

Luiz Carlos Trabuco Cappi, atual presidente do Bradesco, declarou em uma conferência que esse é o grande momento da instituição encarar os desafios do futuro. De acordo com ele, esses desafios estão ligados especialmente as transformações do mundo e o avanço tecnológico.

Recentemente, o executivo precisou acumular o cargo de diretor-presidente da instituição com o de presidente do conselho de administração do banco, substituindo a Lázaro de Mello Brandão, que estava no posto há 27 anos.

Pelo fato do conjunto de normas da instituição bancária não permitir esse acúmulo de cargos de liderança, Luiz Carlos Trabuco Cappi irá deixar a presidência executiva no mês de março de 2018. Contudo, o novo presidente da empresa ainda não foi escolhido, pois esse profissional só será selecionado no decorrer dos próximos meses, a partir do corpo executivo atual do banco.

Ciente da grande responsabilidade que exerce no papel de um dos maiores bancos privados do Brasil, o Bradesco planeja dar prosseguimento a sus liderança interna, que dê continuidade ao que vinha sendo feito até então. Por outro lado, a saída de Brandão fará com que o conselho fique com um membro a menos, mas já está nos planos ocupar essa vaga e inclusive aumentar o número de cadeiras do colegiado.

Aos 91 anos atualmente, Lázaro Brandão começou sua carreira em 1942 na Casa Bancária Almeida & Cia., instituição que logo depois passou a se chamar Banco Brasileiro de Descontos S.A., e por fim, Banco Bradesco. Antes de assumir a presidência do conselho administrativo, em 1990, ele também foi presidente executivo entre os anos de 1981 e 1989.

Na entrevista coletiva que anunciou os novos objetivos do banco com essa troca de lideranças, Lázaro Brandão destacou que um dos maiores desafios de sua gestão foi a troca da moeda nacional, e que nos dias de hoje, o grande desafio da instituição é a tecnologia. Segundo ele, a digitalização dos serviços bancários vai ganhar cada vez mais força nos próximos anos, alterando o trabalho feito mas agências atualmente, o que significa um desafio substancial a médio prazo.

Sobre o tema, Luiz Carlos Trabuco Cappi destacou que as pessoas e a tecnologia são os dois grandes pilares de uma instituição financeira. Portanto, de acordo com ele, o processo de digitalizar um banco sem focar nas pessoas, nos correntistas, é algo vazio e incapaz de trazer os resultados esperados. Nesse cenário, o papel do banco é incentivar a chamada “alfabetização digital” dos seus correntistas, para que essa adaptação seja feita de modo correto e eficaz.

Seguindo essa tendência de mercado, a empresa lançou no mês de junho de 2017 um banco completamente digital, o Next, com foco no público jovem. O investimento no Next, para Luiz Carlos Trabuco Cappi, foi uma estratégia para trazer a instituição uma nova geração de correntistas que espera se relacionar com o seu banco de uma forma diferente do que era feito no passado.

Desse modo, o novo presidente executivo da instituição terá como desafio substituir Luiz Carlos Trabuco Cappi no comando de uma empresa cada vez mais conectada e aberta aos avanços tecnológicos.